Ora, vamos lá a isto rapidamente, que eu tive de acordar a horas insanas para escrever este post e nem vou trabalhar hoje.
Os moços são competentíssimos ao vivo e mais uma vez o demonstraram. O som estava muito bom, até se percebia o que o Matt cantava.
Trouxeram um palco xpto, que permitia que até os baixinhos da plateia os vissem, com plataformas que os elevavam até às alturas.
Até o piano teve direito a ser içado durante o "Feeling Good".
O Pavilhão Atlântico estava à pinha e dava gosto ver. Sim, a possidónia da escriba comprou bilhetes já tarde e teve de ir para o balcão. Perde-se um pouco em emoção e no bolso, mas ganha-se em visibilidade e conforto.
Já mencionei que o público estava ao rubro? O entusiasmo foi bonito de se ver.
Tocaram todos os singles óbvios, à excepção do "Bliss", até aquele que a escriba prefere, "Plug in Baby", para gáudio do público.
Tenho só pena de nunca os ter visto tocar ao vivo "Muscle Museum" e "Unintended Love" do primeiro álbum, duas belas canções, que por serem mais antigas nunca fizeram parte da playlist dos concertos que vi.
Além disso, a plataforma do baterista rodava e todas as plataformas se fartaram de subir e descer. O público fartou-se de ser atacado com pintinhas verdes, parecendo que estavam com sarampo sportinguista ;)
Pode-se mesmo dizer que foi um concerto com bolas, em mais sentidos que um ;)
O baterista despediu-se com um "até para o ano" e nós ficamos à espera ansiosamente. Querem ver que dá Rock in Rio novamente? Eu preferia vê-los sozinhitos, quiçá neste mesmo recinto.
Este é capaz de ter sido o melhor concerto da série de Novembro (desculpem lá, Rammstein). Acho que o próximo senhor não conseguirá tirar-lhes a coroa.
Four down, and one to go. Sim, next stop, o anticristo.



