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sexta-feira, fevereiro 24, 2012

Parar é morrer




Por isso, continua-se a patilhar, mesmo que mais devagar e com mais pausas.


Desta feita, uma visita de médico a Aveiro, que é uma cidade encantadora e à qual hei-de voltar com mais tempo.

quinta-feira, fevereiro 23, 2012

A vista da minha janela este Carnaval



Árvorezinhas para relaxar a malta.

quinta-feira, agosto 04, 2011

Férias: 1ª Etapa - Lisboa



Ora, lá por ficar na capital, não quer dizer que não se "turiste" forte e feio.

Fui visitar o Joca ao castelo. Óptima saída para residentes no concelho de Lisboa, uma vez que é à borlix.








Tivemos direito a bónus. No fim-de-semana passado, o castelo tornou a estar entregue aos mouros, com a organização de um souk árabe, com direito a comércio, iguarias locais, danças e música. E também massagens.

Lá me desgracei e aumentei a minha colecção de brincos.


Na terça, apeteceu-me ser mais hardcore e fui ao Centro de Arte Moderna da Gulbenkian.

A minha mãe ameaçou não falar mais comigo, mas saiu incólume da experiência.







Já na quarta, redimi-me perante a minha progenitora e levei-a ao Museu de Artes Decorativas Portuguesas.

Esta é uma preciosidade escondida e valeu bem a pena a visita.

Esperamos manter a vertente fortemente cultural no resto das férias, porém, noutras paragens.

segunda-feira, julho 04, 2011

O que dizer na Escócia?



Que não desilude.

Que tem montes, lagos e muita vegetação.

É a terra dos fantasmas, os lagos têm monstros, mas a terra em si tem outros bicharocos típicos que fazem as delícias dos turistas.

O Sr. Potter "nasceu" aqui.

É uma visita a não perder e tenciono voltar até porque não fui visitar a Nessie como planeava originariamente.



PS: A vista é do castelo de Stirling.

sexta-feira, julho 01, 2011

O que dizer de Glasgow?




Que não tem o encanto de Edimburgo, talvez porque os pontos de interesse se espalham pela cidade toda, em vez de se concentrarem.


Que tem um museu como não vi noutra parte do mundo, cuja visita recomendo vivamente.


Que a catedral e a necrópolis têm o seu encanto.


De resto, não estive tempo suficiente para aferir mais.


PS: George Square, a vista é do edifício da Câmara Municipal.

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

As provas do mau comportamento...


Pois é, foi mais forte do que eu.
No museu Antoniano, apenas prevariquei numa foto. Também a colecção é pequenina e apenas estes azulejos me pareceram valer uma hipótese de levar uma reprimenda.
É que eu faço sempre a piada de me sentir pregar aos peixes quando falo com certos clientes. Se bem que estes peixes têm um ar mais inteligente e atento que alguns dos meus clientes.
A entrada aqui é à borla, por isso, vale a pena, se estiverem na proximidade, ir dar uma espreitadela.




Ao lado, temos a igreja de S. António, cujo maior motivo de interesse é o local de nascimento do Fernando. Este era o nome do S. António antes de adoptar o seu nome artístico.
Fiquei a saber que o Papa João Paulo II aqui esteve nos anos 80. A minha cultura religiosa anda com falhas.
Aqui também não se paga para entrar. Não sei se furei aqui alguma regra, mas não vi placas a dizer para não tirar fotos. "Don't ask, don't tell" é cada vez mais o meu mote nestas coisas.


Já no Museu do Teatro Romano, havia uma placa bem visível a dizer para não tirar fotos e a Noiva apanhou uma rosnadela quando tirou fotos às claras. Isso não me impediu de à socapa imortalizar os nossos pés. Duvido que seja um comportamento de elevada censurabilidade, visto que os nossos pés não são objectos da exposição do museu.







Este é um pormenor do andar superior do museu. Apesar de ser um teatro, existem várias peças de cerâmica em exposição, seriam os recipientes onde os Romanos comiam as pipocas enquanto assistiam aos espectáculos...


E esta era a parte que eu me lembrava do museu, quando ainda não era museu. Fica do outro lado da rua da entrada e dá uma ideia bastante concreta da disposição do palco. Tem várias placas informativas a explicar as diferentes zonas do edifício.
Fica a nota final que este teatro foi descoberto nas obras de reconstrução do terramoto de 1755, mas tomou-se a decisão de tapar tudo novamente. O que talvez o tenha preservado um pouco melhor para a nossa geração.
Este museu também tem entrada grátis e fica no Pátio do Aljube. Permite um combinado interessante com o anterior, a Sé e mesmo o Castelo, para os mais resistentes e destemidos.

segunda-feira, agosto 30, 2010

Moin Moin*


Chega uma mulher de um sítio onde estavam uns amenos 20º e apanha com uma escaldeira de quase 40º.
O corpo vem cansado, mas a mente vem rejuvenescida. Ainda não foi desta que a Alemanha desiludiu.
Segue-se reportagem fotográfica.


*Que é como quem diz, olá.

quarta-feira, agosto 18, 2010

Actualização


O monte de entulho ainda estava ontem à porta da Gulbenkian, reparou a escriba, enquanto passeava após o almoço para se pôr em estado zen.
A olho nu, pareceu-me já não ter o entulho empilhado exactamente da mesma forma. Mas o pneu continua lá, para os leitores que manifestaram interesse.
Curiosamente, ou talvez não, o lago está praticamente vazio de patos. Apenas dois adolescentes de penas nadavam no ponto mais afastado do entulho. Não se faz isto aos pobres animais.

terça-feira, julho 13, 2010

A visita Albicastrense - os dinossáurios



Como amante de dinossáurios, logo que soube que havia uma exposição em Castelo Branco, demonstrei interesse em ir.
A parceria com a CP, a publicidade à maior exposição itinerante e a vontade de dar um passeio convenceram-me definitivamente.
Porém, a exposição não é lá muito grande, nem muito actualizada (mostram um documentário de quando eu tinha cinco anos), nem muito variada. O bilhete custa 6€ e parece-me exagerado para a exposição que é.
Tem bonecos como este.






Também tem bonecos mais ternurentos como este.
A vantagem dos bonecos é mesmo a possibilidade de tirar fotos goofy, o que fizemos muito. Facto apenas possibilitado pela ausência de outros visitantes. No sábado em questão, ninguém quis nada com os dinossáurios.




Também tínhamos vários esqueletos completos, que para mim, serão o ponto alto da exposição.
Algumas peças vêm do museu da Lourinhã, mas poucas. Os amantes de dinossáurios darão o tempo por melhor empregue deslocando à meca lusa do dinos e não aqui.



Alguns crânios também marcaram presença e deram origem a uma foto muito gira, mas que não podemos mostrar aqui, pois vê-se a cara da companheira de viagem.
O merchandising não conseguiu tentar nenhuma das viajantes.
Não dou a deslocação por mal empregue porque, em conjunto, foi divertido e a cidade de Castelo Branco não foi uma desilusão, pelo contrário. Para quem está perto, acho que é bom ir lá cumprimentar os bichos.
Agora, recomendar uma deslocação propositada apenas para ver os dinos, não me parece. Pensem bem antes de se deslocarem tantos quilómetros, não sei se vale a pena.

quarta-feira, julho 07, 2010

A visita Albicastrense - a cidade


Ora Castelo Branco é uma cidade pequena e mimosa, que teve a minha visita a propósito da exposição dee dinossauros, se que falaremos em outras vésperas.
Como o nome indica, tem um castelo, do qual sobrevive uma torre e uma pequena parte da muralha.



O castelo e miradouro de S. Gens têm uma vista panorâmica da cidade e arredores. Aqui vê-se a Sé Catedral, recentemente restaurada com capitais comunitários.


A parte mais interessante é o centro histórico, cheio de edifícios em pedra, com muita personalidade. Esta é a antiga Câmara Municipal, agora Cruz Vermelha, que se situa na antiga Praça Velha, agora Praça Luís de Camões.


Outros motivos para visitar a cidade seriam o Jardim do Paço, o Museu Cargaleiro e o Museu Canteiro. Não deu para ver tudo porque tínhamos destino traçado longe do centro.
No centro, encontrámos ainda o edíficio de que faz parte este porta. Não estava marcado por fora, por isso não sei o que era (alguém pode ajudar?). Tinha uns belos azulejos na parte de dentro, mas não tivemos acesso.

segunda-feira, julho 05, 2010

Diga 33


A numeração das casas em Castelo Branco é mimosa. Cá fica um exemplo.
O resto da reportagem fotográfica fica para outras vésperas.

terça-feira, maio 25, 2010

Impressões do Zoo de Lisboa Parte 1



A vossa escriba já esteve há umas semanitas no zoo, mas só agora viu as fotos com atenção.
Desta feita, não temos nenhum verdadeiro insólito, portanto cá vão os semi-insólitos.
Uma girafa sentada. Não gozem, nunca tinha visto uma girafa sentada, acho que nem é suposto.




Uma hipopótama escondida com a orelha de fora.
Acho mal o meu bicharoco preferido se esconder quando eu o fotografo. Não fosse o hipópotamo pigmeu ter também uma cria, e não teríamos fotos ternurentas de bebés paquidérmicos.





Uma suricata com a mania das grandezas.
Este é, provavelmente, um dos animais que mais gosto de fotografar e é o cercado onde mais me demoro e o que tem direito a mais fotos. Por isso, tenho imensas suricatas para mostrar.
E seguem-se mais fotos do zoo.

segunda-feira, março 29, 2010

Hoje, preferia estar aqui


Ao contrário do que vem sendo tradição na Páscoa, a vossa escriba está por cá e a bulir. Em vez de um sítio exótico, toma lá Lisboa e com ar de chuva.
Para me compensar pelo desgosto, lá vou eu fazer miséria com os ovos da páscoa e amêndoas.

terça-feira, março 16, 2010

Será?



Grafitti encontrado num viaduto perto do Estádio de Alvalade.

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Amesterdão - a neve fica-lhe bem


Vi o regresso a Amesterdão com alguma apreensão. Estive lá a primeira vez em 2004 e não gostei. Achei a cidade escura e monótona, o que pode ser explicado pelo facto de ter estado em Budapeste (uma cidade linda e das minhas preferidas) apenas seis meses antes.
Também achei a cidade amoral, parecendo que nos enfiava o sexo e a droga pela garganta abaixo. As montras fizeram-me espécie, apesar de ir a contar com elas.
Foi, basicamente, um caso de falsas expectativas que se frustraram.


Regressei porque achei que a viagem tinha potencialidades. Tenho outra idade, outros interesses e, desta feita, tinha as expectativas correctas.
As montras são menos, porque o próprio município percebeu que atraía o tipo errado de turistas. Aliás, as montras continuam lá, mas agora também têm arte e design e menos raparigas.
A cidade continua a ser um pouco suja e a ser muito frequentada pelos tais turistas que vão somente à procura de duas coisas.


Mas devo confessar que a minha opinião melhorou. A neve pode ter tido alguma coisa a ver com isso, pois contribui para dar luminosidade à cidade. Ficam aqui três exemplos.
Amesterdão continua a não fazer parte das preferidas, mas dou-lhe nota positiva pela arte, cultura e pela simpatia dos nativos.

quinta-feira, novembro 19, 2009

Quem não passa por la Pasa, não se casa



Segundo e último Post da saga Madrid II.
No centro histórico da capital de Nuestros Hermanos, existe uma rua mimosa que se chama Calle de la Pasa. Ora, quem não passa nesta rua, não se casa.




É aliás o mote deste estabelecimento comercial, baseado em tempos que lá vão.
Antigamente, o registo civil era situado aqui e os casais que queriam enforcar-se, tinham que vir a esta rua tratar dos papéis. Logo, quem não passa em la Pasa, não se casa (porque não tem papéis).
E quem passa por La Pasa, casa-se? Eu passei e ainda não casei ;)

terça-feira, novembro 17, 2009

Tivemos comissão de boas vindas


Antes de ir laurear a pevide para outras paragens, achei melhor esgotar as fotos madrileñas. Só teremos dois posts por motivos de deslocação curta e problemas digestivos da vossa escriba (é incrível como vomitar uma noite seguida tira toda e qualquer vontade de fotografar).
À porta do Museu Rainha Sofia, tivemos direito a comissão de boas vindas. E que bem os moços gritavam.
Bem, na realidade, era uma manif de um sindicato. Mas era uma coisa em bom.



Como é que sabemos? É que aqui havia direito a zepelin, devidamente decorado com palavras de ordem. Peço desculpa por não apanhar as palvaras de ordem que estavam escritas de lado, mas estava um bocado agoniada e não pude esperar que o vento mudasse de direcção.
O facto de não as ter imortalizado significa que podem tentar adivinhá-las. Não é muito difícil, pois os sindicatos costumam insistir nas mesmas ideias.

sexta-feira, outubro 30, 2009

Your scribe went to Madrid...


And all she got was a congestion (por isso, está tão amarela, ao pé do urso símbolo da cidade).
Por esse motivo, bem como pelo curto período de tempo que lá esteve, serão aqui publicados apenas alguns pequenos apontamentos da viagem.

PS: Ainda estive para dizer aqui "mate um espanhol, é o seu dever cívico", mas apelar à violência é feio, não é?

quarta-feira, outubro 28, 2009

Top três da Tunísia



Para acabarmos com a Tunísia, cá fica o top 3 da terra. Seja do ponto de vista fotos, seja do ponto de vista três melhores coisas da Tunísia.
A primeira é do veículo que nos levou ao oásis da montanha. Tem duas das coisas da lista, o deserto e as pessoas.
Este senhor, ao reparar que eu queria tirar uma foto à placa de "atenção, dromedários", avisou-me quando ia aparecer a próxima e abrandou para a foto ficar melhor. Obrigada, Sr. Motorista.




O terceiro melhor aspecto da Tunísia é a fauna.
Eu sei que não se deve incentivar o comércio à volta dos animais, mas a raposinha era linda, o ambiente surreal (lago salgado Chott el-Jerid) e o senhor fotogénico.
Não fosse a porra das chinelas de uma marca ocidental e a foto seria perfeita.
Em minha defesa, o animal parecia gordinho e bem tratado.




Mais uma de pessoas e fauna, aqui o Ali, nosso guia (a criaturinha mais poliglota com quem me deparei e uma jóia de moço) e o Djamel, o dromedário que montei em Douz (um animal que não me deu motivo para queixas).
E cá deixo mais uma citação sobre os adoráveis camelos, cortesia do Generatus: "Raquel distrusts camels, and anyone else who can go a week without a drink."

Pensando melhor, tendo em atenção que tenho ainda umas citações sobre camelos e que há que contar a verdadeira história do beijo ao dromedário, a Tunísia ainda não será um assunto encerrado neste blog, pelo menos, indirectamente...

segunda-feira, outubro 12, 2009

Trogloditas


De Douz, não rezará a história, pois apenas vimos um parking de dromedários. E eu aposto que o assunto ainda não acabou aqui, mas noutra categoria.
A paisagem em redor do deserto é assim, muito castanha e com uma palmeirita aqui e ali.
Ora, aqui estamos em Matmata, outro local celebrizado pela Guerra das Estrelas. Concordamos com o Sr. Lucas, continuamos a pensar que estamos noutro planeta.


Aqui, a grande atracção são as casas trogloditas, habitadas pelo povo berbere.Aqui vemos a entrada de uma, há várias que se podem visitar mediante uns trocos.
Acima da entrada, são pintados símbolos para dar sorte, o peixito e a mão de Fátima. Fátima era a filha do profeta Maomé e cada um dos dedos representa os cinco pilares do Islão.


Estas casas são escavadas na rocha, com o intuito de dar às pessoas um lar abrigado do calor intenso que se faz sentir na região.
Confirmo que são bastante fresquinhas. Fiquei cheia de inveja, porque a minha casa é muito quente. Contudo, isto não dava para mim, como os tectos são baixos, havia de andar sempre com a cabeça rachada...

omo a maioria das casas na Tunísia, são pintadas de branco, penso também com o intuito de refrescar. Também têm um pátio central, característica comum à maioria dos países muçulmanos.
Todas as divisões dão para o pátio central e não têm ligação entre si. Esta casa tinha segundo andar, ao qual se acedia por uma corda, como podem ver exemplificado pelo moço que não teve amor à vida.


Esta é a sala de estar. Aqui o costume é sentar-se no chão, até porque as divisões não têm muita altura.
E pela exibição da bandeira da Tunísia, vemos que também esta minoria étnica é muito patriota.
Recomenda-se uma visita a uma destas casas, mas tenham em atenção que terão de arranjar um guia para vos levar e que terão de dar uma gorjeta aos habitantes. Fiquei com a ideia que era disto que a família vivia.