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quinta-feira, agosto 04, 2011

Férias: 1ª Etapa - Lisboa



Ora, lá por ficar na capital, não quer dizer que não se "turiste" forte e feio.

Fui visitar o Joca ao castelo. Óptima saída para residentes no concelho de Lisboa, uma vez que é à borlix.








Tivemos direito a bónus. No fim-de-semana passado, o castelo tornou a estar entregue aos mouros, com a organização de um souk árabe, com direito a comércio, iguarias locais, danças e música. E também massagens.

Lá me desgracei e aumentei a minha colecção de brincos.


Na terça, apeteceu-me ser mais hardcore e fui ao Centro de Arte Moderna da Gulbenkian.

A minha mãe ameaçou não falar mais comigo, mas saiu incólume da experiência.







Já na quarta, redimi-me perante a minha progenitora e levei-a ao Museu de Artes Decorativas Portuguesas.

Esta é uma preciosidade escondida e valeu bem a pena a visita.

Esperamos manter a vertente fortemente cultural no resto das férias, porém, noutras paragens.

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Projecto Cultural 2011 - Museu Militar



A segunda etapa do projecto cultural deste ano levou-nos a Santa Apolónia, ao Museu Militar.
A visita começa-se pela Sala Vasco da Gama, onde se encontra um de vários belos exemplos de frescos alusivos ao tema de cada sala. Nesta em especial, tínhamos peças de artilharia.







Aliás, este museu antigamente chamava-se museu de artilharia por ter uma extensa e valiosa colecção de peças de artilharia, que ocupam não apenas o pátio, como uma enorme cave e abrangem os mais diversos períodos.




A sala mais interessante é a que diz respeito à Grande Guerra, de onde constam várias peças que já tínhamos visto na exposição "Portugal nas Trincheiras".
Aqui têm um exemplo de como o nosso CEP se protegia do frio. Parece que os soldados Alemães acharam piada e começaram a fazer méééé quando viram os nossos moços assim vestidos. Não publico aqui a réplica do nosso oficial porque este é um blogue familiar...


Fazia-se alusão no site a uma sala dedicada à guerra Colonial. Não vimos nada remotamente completo, mas tinham uma sala pequenina dedicada a armas do Ultramar. Este foi claramente o meu canhão preferido.
Outros salas eram dedicadas a pistolas, espadas e barretins, sem um contexto particular. Também havia uma sala dedicada à Guerra Peninsular e à Batalha de Aljubarrota.
É interessante, mas não tão completo como eu esperava. Talvez vendo os outros museus militares do país se tenha uma melhor imagem de conjunto. O do Bucaço terá possibilidade de ser visto em breve, mas ando a aguçar o dente sobretudo ao de Elvas, muito mencionado na exposição supra referida.
De resto, a entrada custa €3,00 e fica numa zona interessante da cidade, pelo que se recomenda.

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

As provas do mau comportamento...


Pois é, foi mais forte do que eu.
No museu Antoniano, apenas prevariquei numa foto. Também a colecção é pequenina e apenas estes azulejos me pareceram valer uma hipótese de levar uma reprimenda.
É que eu faço sempre a piada de me sentir pregar aos peixes quando falo com certos clientes. Se bem que estes peixes têm um ar mais inteligente e atento que alguns dos meus clientes.
A entrada aqui é à borla, por isso, vale a pena, se estiverem na proximidade, ir dar uma espreitadela.




Ao lado, temos a igreja de S. António, cujo maior motivo de interesse é o local de nascimento do Fernando. Este era o nome do S. António antes de adoptar o seu nome artístico.
Fiquei a saber que o Papa João Paulo II aqui esteve nos anos 80. A minha cultura religiosa anda com falhas.
Aqui também não se paga para entrar. Não sei se furei aqui alguma regra, mas não vi placas a dizer para não tirar fotos. "Don't ask, don't tell" é cada vez mais o meu mote nestas coisas.


Já no Museu do Teatro Romano, havia uma placa bem visível a dizer para não tirar fotos e a Noiva apanhou uma rosnadela quando tirou fotos às claras. Isso não me impediu de à socapa imortalizar os nossos pés. Duvido que seja um comportamento de elevada censurabilidade, visto que os nossos pés não são objectos da exposição do museu.







Este é um pormenor do andar superior do museu. Apesar de ser um teatro, existem várias peças de cerâmica em exposição, seriam os recipientes onde os Romanos comiam as pipocas enquanto assistiam aos espectáculos...


E esta era a parte que eu me lembrava do museu, quando ainda não era museu. Fica do outro lado da rua da entrada e dá uma ideia bastante concreta da disposição do palco. Tem várias placas informativas a explicar as diferentes zonas do edifício.
Fica a nota final que este teatro foi descoberto nas obras de reconstrução do terramoto de 1755, mas tomou-se a decisão de tapar tudo novamente. O que talvez o tenha preservado um pouco melhor para a nossa geração.
Este museu também tem entrada grátis e fica no Pátio do Aljube. Permite um combinado interessante com o anterior, a Sé e mesmo o Castelo, para os mais resistentes e destemidos.

segunda-feira, janeiro 31, 2011

Projecto Cultural 2011 - Museu Antoniano e Museu do Teatro Romano



Lá para as bandas da Sé, ao lado da Igreja de S. António, temos este.
Pequenino e não muito variado, dedicado a um dos santos preferidos de Lisboa.




Mais recente e interessante, é este, que inclui a visita às ruínas do teatro romano.
Em ambos museus, não se permitia tirar fotografias.
Será que esta vossa escriba se portou bem e a primeira etapa do projecto cultural de 2011 não foi imortalizada? Ou a vossa escriba portou-se mal, tirou fotos à socapa e ainda vamos ter reportagem fotográfica? Você dá a sua opinião nos comentários.