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segunda-feira, março 29, 2010

Hoje, preferia estar aqui


Ao contrário do que vem sendo tradição na Páscoa, a vossa escriba está por cá e a bulir. Em vez de um sítio exótico, toma lá Lisboa e com ar de chuva.
Para me compensar pelo desgosto, lá vou eu fazer miséria com os ovos da páscoa e amêndoas.

sexta-feira, março 12, 2010

Gostamos de patos...


Também gostamos de fotografá-los, escrever sobre eles e comê-los (em arroz ou empada), mas nunca de lhes fazer festas ;)
Aqui estão uns patos genuinamente holandeses. Não sei como não congelaram na água gelada.

terça-feira, março 02, 2010

Três clichés numa só foto


Este é o postal que mandei aos meus pais de Amesterdão.
Desde que comecei a viajar, criei a tradição de enviar um postal para casa, o que significa que, a esta altura, os meus pais têm uma colecção invejável, que eu espero continuar a aumentar regularmente.
Este foi dos mais bem apanhados que já vi, três clichés numa imagem só e sem ter de recorrer ao kitsch. Não torno a encontrar um exemplo tão perfeito.

PS:
Sugestão da semana, mandem postais à família e amigos, por muito que a deslocação seja pequena. Garanto que as pessoas que os recebem adoram encontrá-los na caixa do correio.

terça-feira, fevereiro 23, 2010

O que se comeu em Amesterdão



Tendo em conta que, nesta viagem, a minha companheira não é dada a grandes experiências gastronómicas, não se verá nada de muito exótico.

Mas descobrimos uma xafarica interessante com algo que não é comum aqui no burgo, "Bagels and Beans", um franchising especializado nessa especialidade que a escriba aprecia, Bagels.

Ambos são de queijo de cabra, mas o de cá pendia mais para o doce, com mel e nozes (que ficaram agarradas ao aparelho, para não variar).

O estabelecimento é em conta e tem uma boa variedade de sumos e cházinhos.





O mais exótico que se comeu por terras estrangeiras foi um Falafel. Quer dizer, que eu comi, a Mana optou por peito de frango. Tenho pena de não ter experimentado um restaurante indonésio, culinária em alta na Holanda.

Este não era um Falafel clássico, mas era agradável.

Esta xafarica fica na rua ao lado do canal do mercado de flores, chamada Tabas Bar, mais em conta ainda que a anterior. Tem outras especialidades do Médio Oriente, bem como comida dita "normal" podendo acolher os aventureiros e os esquisitos.



O novo museu Hermitage tem um restaurante russo, chamado Neva. Não tinha muita variedade, mas tinha umas excelentes instalações, um serviço rápido e não era proibitivamente caro.
A Mana torceu logo o nariz, mas não teve escapatória, dado o adiantado da hora e o facto de não haver grande escolha à volta. Não apreciou a salsicha de caça e detestou a couve roxa (acho que por ter decidido antecipadamente que era demasiado exótico), mas ambas recebem nota máxima da minha parte.
Contudo, o nosso "Tapadinha" mete este restaurante a um canto, no que toca a variedade da ementa em todas as categorias.


Espera-se que a próxima reportagem gastronómica seja bastante mais estimulante.

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Insólitos na terra das tulipas - Parte I



Quando a natureza chama...



É conveniente ter onde concretizar o apelo.
Estas fotos foram tiradas com menos de 15 minutos de intervalo. Não sei o que a empresa da placa fornece, mas achei engraçado a proximidade dos dois locais.

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Amesterdão - a neve fica-lhe bem


Vi o regresso a Amesterdão com alguma apreensão. Estive lá a primeira vez em 2004 e não gostei. Achei a cidade escura e monótona, o que pode ser explicado pelo facto de ter estado em Budapeste (uma cidade linda e das minhas preferidas) apenas seis meses antes.
Também achei a cidade amoral, parecendo que nos enfiava o sexo e a droga pela garganta abaixo. As montras fizeram-me espécie, apesar de ir a contar com elas.
Foi, basicamente, um caso de falsas expectativas que se frustraram.


Regressei porque achei que a viagem tinha potencialidades. Tenho outra idade, outros interesses e, desta feita, tinha as expectativas correctas.
As montras são menos, porque o próprio município percebeu que atraía o tipo errado de turistas. Aliás, as montras continuam lá, mas agora também têm arte e design e menos raparigas.
A cidade continua a ser um pouco suja e a ser muito frequentada pelos tais turistas que vão somente à procura de duas coisas.


Mas devo confessar que a minha opinião melhorou. A neve pode ter tido alguma coisa a ver com isso, pois contribui para dar luminosidade à cidade. Ficam aqui três exemplos.
Amesterdão continua a não fazer parte das preferidas, mas dou-lhe nota positiva pela arte, cultura e pela simpatia dos nativos.