Tendo em conta que, nesta viagem, a minha companheira não é dada a grandes experiências gastronómicas, não se verá nada de muito exótico.Mas descobrimos uma xafarica interessante com algo que não é comum aqui no burgo, "Bagels and Beans", um franchising especializado nessa especialidade que a escriba aprecia, Bagels.
Ambos são de queijo de cabra, mas o de cá pendia mais para o doce, com mel e nozes (que ficaram agarradas ao aparelho, para não variar).
O estabelecimento é em conta e tem uma boa variedade de sumos e cházinhos.
O mais exótico que se comeu por terras estrangeiras foi um Falafel. Quer dizer, que eu comi, a Mana optou por peito de frango. Tenho pena de não ter experimentado um restaurante indonésio, culinária em alta na Holanda.Este não era um Falafel clássico, mas era agradável.
Esta xafarica fica na rua ao lado do canal do mercado de flores, chamada Tabas Bar, mais em conta ainda que a anterior. Tem outras especialidades do Médio Oriente, bem como comida dita "normal" podendo acolher os aventureiros e os esquisitos.

O novo museu Hermitage tem um restaurante russo, chamado Neva. Não tinha muita variedade, mas tinha umas excelentes instalações, um serviço rápido e não era proibitivamente caro.
A Mana torceu logo o nariz, mas não teve escapatória, dado o adiantado da hora e o facto de não haver grande escolha à volta. Não apreciou a salsicha de caça e detestou a couve roxa (acho que por ter decidido antecipadamente que era demasiado exótico), mas ambas recebem nota máxima da minha parte.
Contudo, o nosso "Tapadinha" mete este restaurante a um canto, no que toca a variedade da ementa em todas as categorias.
Espera-se que a próxima reportagem gastronómica seja bastante mais estimulante.