terça-feira, maio 22, 2012

Sem arrependimentos


No regrets they don't work
No regrets they only hurt
Write me a love song
Drop me a line
Suppose it's just a point of view
But they tell me I'm doing fine
Robbie Williams - No regrets


Aposto que algumas pessoas ficarão descadeiradas por aqui verem o Robbie. Mas a canção não é dele, é escrita e composta pelos Pet Shop Boys que aprecio. E nota-se ao ouvi-la.
O vídeo é bom, a letra fantástica e com um pouco de imaginação, conseguimos ouvir o Neil cantá-la (sim, ele está no coro e ajuda).
Quem não tem arrependimentos, que atire a primeira pedra. Eu não serei certamente.

quarta-feira, maio 02, 2012

De garfo e Faca - Café do Rio



No Café do Rio, também conhecido como Hamburgueria Gourmet, comem-se uns suculentos espécimes de rodelas de carne picada.
Eu comi o Hamburguer 3 queijos que vêem aqui acima.



A LB comeu o Hamburguer Tropical.
Da entrada não reza a história, porque era um pouco estranha e não houve espaço para sobremesa.
Tendo apetite por hamburgueres pipis, façam o favor de se dirigir à Rua da Alfândega, nós não ficámos desiludidas.

segunda-feira, abril 16, 2012

Do saudosismo



Ultimamente, dou comigo muitas vezes a pensar nas férias que passei em Malta.


Tive a sorte de viajar muito a partir de certa altura e estas são as férias que olho com mais carinho. Sem desfazer em outras viagens, porque não posso dizer que tenha tido alguma que me tenha desagradado. Sem desfazer em outras companhias de viagem, porque outras companhias foram também muito boas e nunca tive uma experiência que possa reputar de má.


Mas Malta foi perfeito por vários motivos. Destino veraneante do qual não esperava muito mas que surpreendeu completamente. Não havia problemas de saúde nem limitações da minha parte. A parceira de viagem também atravessava um bom período da sua vida. Tudo correu bem. Houve uma bardana de situações cómicas daquelas para recordar com um sorriso nos lábios.


É bom ter boas recordações para as quais olhar para trás com carinho.
Mas o saudosismo é mau. Indica que o presente não é o que queríamos e anda longe de nos satisfazer. Indica também que não estamos com grande esperança que o futuro venha trazer situações que proporcionem as boas recordações que gostaríamos de ter.


Precisam-me de novas boas recordações. Precisa-se de achar que novas boas recordações podem ser criadas. Precisa-se de boas notícias, boas vibrações e coisas boas em geral.

quarta-feira, abril 11, 2012

Ser ou Não Ser, Eis o Limão




Qualquer dia, dedico-me à arte moderna. Hoje é o dia...




PS: Qualquer dia faço um texto sobre a quantidade de pessoas que me oferecem limões. Hoje não é o dia, mas será numa ocasião próxima.




PPS: Estos limones fueron un regalo de mi compañero de las clases de español, Fernando, para hacer una infusión. Todas las ninãs de la clase de español recibiron limones, no fui solo yo (antes que a malta leitora comece já a engendrar uma qualquer conspiração envolvendo-me a mim, aos limões e às aulas de espanhol).


quinta-feira, abril 05, 2012

Boa Páscoa, diz o coelhinho



O coelhinho comedor de fritilárias (as tais malfadadas plantas que não querem nascer na minha varanda) deseja uma páscoa feliz a todos.

Abusem dos doces da época que a vida são só dois dias e isto não está para tristezas.

terça-feira, abril 03, 2012

A última moicana



Ao que parece, o narcisinho branco será a última flor a mostrar a pétala este ano.

Estava tímido e tive de lhe virar a trombinha para a máquina.

Nem tulipas, nem fritilárias nesta plantação. Confesso que as fritilárias começam a ser uma questão de honra, uma vez que nunca conseguimos que as senhoras mostrassem pétala, só folhagem.

Em breve, teremos novidades, mas fructícolas.

domingo, abril 01, 2012

Ontem foi dia de Melech Mechaya



Música Klezmer de uma banda portuguesa que adoro. Foi o quarto concerto que vi e não terá sido o último.

Impossível sair de um concerto de Melech Mechaya sem um sorriso rasgado nos lábios.

Tomem lá a dança do desprazer, que é das minhas preferidas.

segunda-feira, março 19, 2012

A nova aquisição antonina



Ora, a vossa escriba admite que gosta muito do Fernando, que é o nome verdadeiro do padroeiro de Lisboa.

Gosta tanto que comprou mais um para fazer companhia ao original (que aparece aqui para poderem ver que não sofreu nenhuma decapitação, como lhe tinha sido semi-prometido...).

O novo Fernando é inspirado nos lenços de namorados e é muito mimoso. Foi avistado em Mafra e veio fazer companhia ao de Alcobaça.

Será o último Fernando para a casa da escriba? Não, porque anda aí um S. António cor-de-rosa com o meu nome escrito, que virá fazer companhia a estes dois, mal seja avistado.

sexta-feira, março 16, 2012

O meu pai canta no duche, parte II


Olha a mala, Olha a mala
Olha a malinha de mão
Não é tua, nem é minha
É do nosso hidrovião


“Olha a Mala” Celeste Rodrigues



O êxito desta semana é mais conhecido e tem direito a vídeo e tudo.

Se há canção que exemplifica o cúmulo do luxo, é esta. Qual ter avião, qual ter hidroavião, só somos finos quando o nosso hidroavião tem ele próprio uma malinha de mão...

quarta-feira, março 14, 2012

Xii, andamos a falar demasiado de comida



O lanche de domingo foi chá de maçã e canela acompanhado de chouquettes.

Basicamente são uma guloseima da terra dos sapos que fiquei muito contente por encontrar por cá. É o que dá terem aparecido em bardana pastelarias/padarias francesas na capital.

Estas são da Eric Kayser, estabelecimento que desgraça a escriba e se situa no Amoreiras Plaza. Ficasse mais em caminho e a desgraça ainda era maior.