
Já o novo do Clint Eastwood era muito promissor, mas o senhor, à semelhança do que fez com "O Jardim do Bem e do Mal", tentou meter o Rossio da Rua da Betesga. Demasiadas histórias paralelas significa que não se aprofunda nenhuma delas.
Local de desopilanço para a sua dona, que vai dizendo o que lhe vai na alma, em vez de o guardar cá dentro.












Esta era para ser uma rubrica toda intelectual esta semana, com dois filmes mais fora do comum. Afinal, acabei por ver apenas um.
Este é um filme de um cavalheiro palestiano que se inspirou na sua família e na sua infância em Nazaré para o fazer. É esgrouviado, tem nonsense a pontapé e um forte contexto histórico, tudo coisas que aprecio muito.
O cartaz é genial e ilustra a minha cena preferida do filme.



in "Um Homem Sério" dos Irmãos Coen
Esta semana estrearam três filmes passados na década de 60. A estes dois, junta-se "Uma Outra Educação".
O meu preferido destes dois é o primeiro. É a estreia de Tom Ford, o estilista, como realizador. É um filme extremamente belo, bem filmado e com uma boa fotografia. A personagem principal, interpretada pelo magnífico Colin Firth, faz luto pelo seu companheiro de há 16 anos.
O segundo é um filme estranho. Foi acusado por parte da crítica por ser demasiado judeu, o que, na teoria, não deveria ser um problema para mim. Aqui a personagem principal vê o seu mundo ameaçar desabar lentamente à sua volta, enquanto tenta levar as coisas como um bom judeu.
É um bom filme, mas não sei se fará as delícias de toda a gente.