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segunda-feira, janeiro 24, 2011

65,50 Kg



As calças já me tinham dito que eu estava mais delgadinha. Não fazia ideia é que eram dois quilos redondos.
Estou desta feita a meio quilo do meu objectivo e cada vez mais longe de ter uma traseira como a da fotografia.
O meu segredo? Visto que não tenho ido ao ginásio e tenho comido o mesmo, será mesmo a besta negra da ansiedade e stress que tem ajudado à perda dos quilitos. É uma dieta que não se recomenda a ninguém, mas, pelos vistos, dá resultados.

quarta-feira, maio 05, 2010

Precious 1, "castrol" 0


Esta vossa escriba é conhecida pela sua constante batalha com o colesterol.
Mas desta feita, e suspeita-se que devido à perda de sete quilinhos desde o ano passado, a escriba declara-se vencedora da batalha de 2010, tendo conseguido dar uma tareia no colesterol, que se manteve nos 182 sem uso de comprimidos.
Palminhas para mim, vá.

PS:
Foto do Campo de Marte em Paris, tirada da Torre Eiffel. Era para ilustrar um dia dos namorados, mas parece que também fica bem aqui, uma vez que o meu "castrol" não está a causar danos ao meu coraçãozinho palpitante.

quarta-feira, março 24, 2010

66

Falta apenas um seis para ser o número da besta.
O número é basicamente o peso actual da vossa escriba, ao qual falta um mero quilito para ir para os seus ideais 65 quilos. Quando chegar ao peso ideal, vou ter de carregar no travão. Vai ser complicado, porque a comida não me entusiasma como antes.
Fica-me apenas como consolo ser uma skinny bitch. Mas custa-me tanto deixar de fazer piadas como hipopótamos, pá.

sexta-feira, julho 10, 2009

Apresento-vos a família Precious



Apresento-vos a minha família.
A minha mãe é mais magrinha que isto e tem o cabelo mais curto.
O meu pai é capaz de ter ainda menos cabelo, mas tem mesmo ar de puto reguila (com umas ruguitas).
Eu não sou assim tão magra (mas para lá caminho), espero deixar os óculos num futuro muito próximo e não uso gravata (só a pastinha).
São as limitações do programa ;)

(ideia "roubada" do blog Dimensão do Crepúsculo da Velvetsatine)

quinta-feira, outubro 30, 2008

Um dia cor-de-rosa

Por dois motivos.
Primeiro, é o dia da prevenção do cancro da mama e diversas iniciativas cor-de-rosa estão a invadir o mundo.
Fazendo parte de um grupo de risco e por razões familiares, é um problema do qual estou bem consciente.
Meninas, toca a fazer o rastreio, não custa nada e pode evitar problemas graves.
Meninos, também podem ter cancro da mama, estejam atentos a alterações e passem palavra à mulheres que vos rodeiam.

Segundo, e numa nota bem mais leve, agora se pode dizer que acabou efectivamente a pós-graduação, uma vez que saíram as notas. Objectivo cumprido, uma vez que consegui a mesma nota que tive no curso, 14. Por isso, estamos prontos para o próximo desafio de formação, que já começou e do qual falarei brevemente.

quarta-feira, março 26, 2008

Se eu fosse



Desafio da Hanna:

Se eu fosse um mês seria... Junho
Se eu fosse um dia da semana seria... Sexta-feira
Se eu fosse um número seria... o 5
Se eu fosse uma flor seria... uma tulipa vermelha
Se eu fosse uma direcção seria... o Leste
Se eu fosse um móvel seria... uma estante pejadinha de livros
Se eu fosse um liquido seria... Coca-cola
Se eu fosse um pecado seria... a gula
Se eu fosse uma pedra seria... um diamante (e porque não?)
Se eu fosse um metal seria... o ouro
Se eu fosse uma árvore seria... uma oliveira
Se eu fosse uma fruta seria... um morango
Se eu fosse um clima seria.... mediterrânico
Se eu fosse um instrumento musical seria... uma guitarra eléctrica
Se eu fosse um elemento seria... o ar
Se eu fosse uma cor seria... vermelho
Se eu fosse um animal seria... um dragão
Se eu fosse um som seria... a chuva a bater na janela
Se eu fosse uma canção seria... Du riechst so Gut dos Rammstein
Se eu fosse um perfume seria... Classique do Jean Paul Gaultier
Se eu fosse um sentimento seria... entusiasmo
Se eu fosse um livro seria... um dos exemplares da colecção Discworld do Terry Pratchett
Se eu fosse uma comida seria... Pizza caprichosa
Se eu fosse um cheiro seria... bolinhos a assar no forno
Se eu fosse um verbo seria... rir
Se eu fosse um objecto seria... um marcador de livros
Se eu fosse uma peça de roupa seria... umas calças de ganga
Se eu fosse uma parte do corpo seria... o cérebro (Cristo, que presunção ;)
Se eu fosse uma expressão seria... um sorriso à Mona Lisa
Se eu fosse um desenho animado seria... a Margarida com laivos de Miss Piggy (na parte do mau feitio)
Se eu fosse um filme seria... O Drácula de Bram Stoker
Se eu fosse uma forma seria... redonda
Se eu fosse uma estação seria... Santa Apolónia (desculpem, não resisti)

E desafio Mighty Aphrodite, Sandrine, Velvetsatine, Kruella e Elsa (pessoas que não perdi a esperança de fazerem este tipo de coisas). Quem quiser, é livre de alinhar também.

quinta-feira, julho 05, 2007

Da preguiça e da falta de inspiração

A primeira é um pecado mortal e a segunda se não, é devia ser.
Eu sei que é uma treta, mas não tenho tempo, nem espírito para chegar a todas as freguesias. O que me salva são as férias quase a chegar.
Espero que ainda haja outras actualizações antes de partir para o próximo destino, mas prometo que, pelo menos, nessa altura haverá fotos e posso quase garantir que serão bem giras.

sexta-feira, junho 22, 2007

Um senhor susto

Imaginem uma situação clínica à qual nunca deram muito importância e que se arrasta há anos. Que, finalmente, por descargo de consciência e porque tiveram problemas de saúde graves na família próxima, acabam por falar nisso ao médico e o gajo manda fazer exames mais rigorosos. Que o resultado desses exames é equívoco e acaba por apontar para ser uma daquelas coisas más que vocês não querem nem ouvir falar. Não é bom, pois não? Pois foi isso que me aconteceu este último mês.
Foi o médico da ressonância malandreca que me deu a grave notícia que, à luz das características da massa que eu tinha no braço e dos catastróficos antecedentes familiares, eu podia ter um tumor. Resultado: pânico total.
Daí, e para a coisa ser mais sumarenta, esse médico mandou-me para oncologia, onde aventaram a hipótese do problema ser originalmente dos pulmões e mandaram fazer TAC ao tórax. Posta de parte a hipótese de ser cancro dos pulmões, mandaram-me para ortopedia.
Nessa nova especialidade, mandaram-me fazer uma citologia aspirativa, que consiste em espetarem uma agulha no alto do braço e retirarem células para análise. Para que fique registado, apesar da simpatia do Pablito que executou a tarefa, doeu como o caraças. Como para certas pessoas as coisas nunca são fáceis (é a porra do meu Karma), tiveram de me picar segunda vez. Apesar do spray dos jogadores da bola, doeu quase tanto como da primeira vez. O alto, em protesto, ficou três vezes maior durante dois dias.
Na quarta-feira, véspera do meu aniversário, ligam-me a marcar consulta, dizendo que já têm o resultado. Não me dizem qual é o resultado, o que significa que tenho de estar mais dois dias em sobressalto, até saber o que tenho. O que explica o pouco entusiasmo do post anterior.
E hoje, finalmente, informam-me do resultado. Não é tumor nenhum, é um lipoma intra-muscular, que é completamente benigno, mas vai ser retirado por precaução.
Agora digam-me lá, sabendo que a probabilidade não era ser um tumor (confirmado pelo oncologista e ortopedista), não era de dar com um gato morto nas trombas do médico original até que mie?

PS: Apesar do post poder indicar que continuo a estar lixada com a situação, acreditem que ouvir que, uma coisa que pensávamos ser muito má, afinal não é nada de especial, é muito bom. E sim, dei pulos de alegria. Mas a angústia do último mês, ninguém ma tira.

quinta-feira, junho 14, 2007

Médicos...


Ando para escrever um texto a malhar nessas criaturas sem designação que são os médicos, mas como estou de bom humor, motivado pelas excelentes notícias de que tenho uns pulmões cor-de-rosa e fresquinhos, vou deixar isso para outro dia em que esteja a espumar de raiva por causa desses estupores.
Vou apenas debruçar-me sobre a linguagem extremamente técnica utlizada por dois exemplares num caso recente que me levou à interacção com eles.

Exemplo n.º 1:

Professor analisando ressonância magnética de braço para ver de que é feito o meu alto de estimação: "A sua ressonância é um bocado malandreca".

Exemplo n.º 2

Doutor analisando TAC torácico: "Está tudo catita".

O que será uma ressonância malandreca? Há três hipóteses à escolha:

a) uma ressonância que gosta de pregar partidas aos amigos.
b) uma ressonância que gosta de beliscar o rabo a ressonâncias-fêmea.
c) uma ressonância que gosta de contar piadas porcas.

Eu confesso que me sinto dividida entre a b) e a c), mas escolham a hipótese da vossa preferência.

E estar tudo catita? Mais técnico do que isto é impossível, apesar de confessar que gostei mais de ouvir esta expressão do que a anterior.
Ouço toda a gente queixar-se que a gajaria médica (desculpa, Kitty ;) só usa palavras caras. Será que serei caso único do uso de calão para descrição de estado de saúde e problemas médicos?

Estejam a atentos aos próximos capítulos e se virem no telejornal que um médico foi atacado à dentada no Hospital de Santa Maria por uma doente do sexo feminino, há uma forte probabilidade de ser eu...

segunda-feira, junho 04, 2007

A famigerada lista

Chegamos àquela altura do ano, em que os pagãos estão quase a celebrar o solstício de Verão e a escriba está prestes a ficar mais velha.
Como há sempre gente que pede uma lista por não saber o que oferecer a uma criatura de gostos tão singulares como eu, cá vai um apanhado simples daquilo que eu gostaria de ter (o top três é particularmente desejado):

Livros
Kertsz, Imre - "A Recusa"
Markus Zuzak - "The Book Thief"
Jonathan Littell - "Les Bienveillants" (capa mole)
Braga Gonçalves - "O Príncipe Rosa-Cruz"
Robert Harris - "Selling Hitler: Story of the Hitler Diaries" e "Archangel"
Arturo Pérez-Reverte - "A Tábua de Flandres", "A Rainha do Sul", "Cemitério dos Barcos sem Nome" e "O Hussardo"
Bill Bryson - "Notes from a Small Island", "African Diary" e "Notes from a Big Country"
Orhan Pamuk - "Os Jardins da Memória" e "A Vida Nova"
Neil Gaiman - "Anansi Boys" e "American Gods" (ambos capa mole)
Serguei Lukianenko - "Os Guardiães da Noite" e "Os Guardiães do Dia"

CD
Nine Inch Nails - "Year Zero"

DVD
Nine Inch Nails - "Beside You in Time"
Comprem sempre com possibilidade de trocar, uma vez que pelo menos 3 alminhas se vão socorrer destas indicações para prenda e é passível de dar buraco.

quarta-feira, abril 11, 2007

ADN visual

Já não é a primeira vez que plagio o blog da Velvetsatine, mas ela arranja sempre uma coisas tão interessantes que não resisti. Dizem que a cópia é uma forma de homenagem e espero que seja vista assim.
Isto é o meu ADN visual, que acaba por explicar um pouco como sou. Tive alguma dificuldade em algumas escolhas porque me apetecia seleccionar mais do que uma opção.
Divirtam-se a fazer o vosso também e digam qualquer coisa nos comentários.

segunda-feira, março 12, 2007

Isto é grave...

Não me apetece fazer nada e tenho tanta coisa para fazer.
Estou a cair de sono e hoje ainda vai haver jogo do Benfica - o meu colega ofereceu-me bilhetes para mim, o meu pai e alguns amigos meus. A única vantagem, além de levar o papi à bola, é que amanhã já tenho qualquer coisa para escrever aqui.
Tenho um berbicacho de proporções bíblicas para resolver e não me apetece pegar no telefone falar com a cliente.
Porque é que os tribunais em véspera de férias tentam marcar julgamentos a martelo? Já tenho a semana do regresso de férias com julgamentos marcados para todos os dias. Claro que, antes disso, só tinha um julgamento por semana.
De hoje a uma semana, já estou a férias. Porque é que não é já amanhã?
QUERO DORMIR!!!

domingo, março 04, 2007

Life is a bitch and then you die

Pois é, ou como diria a banda Die Ärtze, das Leben ist schwer (a vida é dura/difícil).
Como quero ir de férias, tenho de deixar todas as pontas soltas resolvidas antes de 17 de Março. Como resultado disso e do facto de ser uma rapariga com múltiplos interesse e diversas actividades, alguma coisa tem de ceder. Tem sido o blog, entre outros. Penitencio-me por esse facto, mas espero uma volta à normalidade num futuro imediato. Ou talvez não, logo se verá.
De qualquer maneira, vão aparecendo, porque hei-de ter tempo nem que seja para postar um videozito ou dizer umas quantas imprecações.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

A saga do passaporte



Hoje tive de ir tirar o passaporte para poder entrar na terra destino de férias no mês que vem. Sim, não é na nossa alegre e solarenga EU.
A coisa ia logo começando mal porque a fila na loja do cidadão chegava quase ao elevador da Glória. Mas ainda bem que persisti porque foi a segunda pessoa a ser atendida. Pelos vistos, não havia muita procura por passaportes hoje.
Então fica a informação para quem nunca tirou o célebre passaporte electrónico. Já não é preciso fotografia e basta levar o BI e passaporte anterior (para ser inutilizado).
Fui atendida por uma funcionária muito simpática, facto raro na nossa função pública que é conhecida por outras “qualidades”. Claro que passou o tempo a falar com a colega do lado sobre a colega grávida que fez não sei o quê. Milagres não há…
Um pormenor engraçado, não há cadeira para ninguém. Para quê também? Se tens dificuldades de locomoção ou não podes estar muito tempo de pé, se calhar não tens saúde para viajar, logo, não precisas de passaporte.
Mas adiante, a foto é tirada por uma máquina XPTO que se ajusta automaticamente à nossa altura. Mas, como manda a tradição, as fotos ficam a treta de sempre. Sim, fazia-me falta mais um documento em que estou com ar de toupeira a quem acabaram de retirar violentamente do buraco/foragida da justiça/terrorista perigosa. A primeira metáfora é particularmente boa porque me mandaram tirar os óculos e, como toda a gente extremamente cegueta, a pessoa fica com uma expressão um bocado perdida. Pormenor também curioso, as orelhas têm de ficar à mostra na foto. Meninas, prendam o cabelo, se ficarem com ar de totó com ele entalado atrás da orelha.
As impressões digitais já são digitais. Uau. Carrega-se na máquina e o dedito já não fica borrado de tinta. As novas tecnologias são o máximo.
O período de espera até entrega é de 10 dias corridos ou 7 úteis.
Custo desta operação: 60€ (nem me falem nesta parte que até me apetece dizer asneiras).
O único consolo é que a formalidade mais importante para a viagem já está tratada e em breve estará tudo a postos.

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Das coelhinhas e outros delírios paternais...


Aqui vem mais um post com título enganador.
Há coisas que só me acontecem a mim...
O meu pai foi à terra, visitar a família e participar na matança do porco (ou melhor, participar na comezaina que se segue à matança, porque ele é um gajo pacifista, assim como eu).
Havia uma quermesse na igreja e saiu-lhe uma coelha de peluche. O meu pai, confrontado com a escolha do destino a dar ao peluche, deve ter começado a pensar: “Bem, a quem o vou dar, sim, porque a mim não me faz falta uma coelha de peluche. Dou-a um dos meus milhentos sobrinhos e sobrinhos netos? Ah, já sei, vou dá-la a quem ela realmente faz falta, à minha filha de 30 anos”. E lá veio ele todo contentinho com a coelha debaixo do braço.
Sabem aquelas alturas em que têm a vaga impressão que os vossos pais ainda acham que são crianças? Pois, eu tenho muitos momentos desses com o meu pai. Sim, a coelha segue-se a uma lista extensa de prendas incompreensíveis, tipo um carro vermelho há seis meses. Não, não era um Volkswagen vermelho tamanho adulto, era mesmo um carrinho de brinquedo. E ele comprou-o de propósito. Tenho a certeza que o Freud teria uma explicação qualquer para isto, mas não sei se ia gostar de saber qual era...
Não há santo que convença o papi que a sua menina não é assim tão pequenina. Tal como quando eu era pequenina, não havia santo que o convencesse que eu era uma menina e não um menino. Daí a sucessão de bolas, carros e patins que recebia de presente. Uma pessoa fica baralhada, não é?
E pronto, tenho uma coelha particularmente feiosa e pirosa na minha colecção, para brincar quando quiser. Yupy!
Posso trocá-la por um livro? ;)

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Em Lisboa, resvalando em ecologia

E sempre fiquei cá, tendo adiado as duas deslocações para a semana que vem. Não posso dizer que tenha ficado muito triste, mas o problema apenas foi adiado e não ficou resolvido. Isto de ser advogada sobre rodas, sobre carris e com asas é muito cansativo e desgastante.
Como não tenho grande coisa para dizer (o cansaço não está a deixar a imaginação trabalhar como deve de ser), vou falar daquele tema que se usa quando não se tem nada de jeito para falar - o Tempo.
Alguém me explica este tempo? Primeiro apanho uma molha a vir para o escritório. Poucas horas mais tarde, olho pela janela e está um sol radioso.
Sim, Bush, continua a dizer que isso do arrefecimento global é uma bizarria inventada pelos ambientalistas. Não ponhas os olhos no que se está a passar por este planeta todo e não assines Quioto.
Não será patente que algo de obviamente errado se anda a passar no nosso berlinde azul? Sim, estou a falar também com vocês que se calhar concordam com tudo o que digo, mas não reciclam, não usam os transportes públicos e não se esforçam por fazer escolhas ecológicas.
Vamos lá a ter consciência e a fazer a parte que nos compete em preservar a nossa casita, para ver se os nossos hipotéticos filhos e netos ainda têm qualquer coisa para estragar quando chegar a vez deles.
Isto não era para ser um manifesto verde (no sentido ecológico e não clubístico), mas agora já está. Fica como pensamento do dia.

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Aviso à navegação

Ando um pouco mais malandra (no sentido de preguiçosa) do que é costume, mas não quis deixar de avisar os caríssimos frequentadores deste blog, que estarei em terras tripeiras no dia de amanhã e em terras algarvias na quinta e sexta (ou em terras madeirenses, que isto a vida de advogada é cheia de surpresas).
Se não houver post, não é preguiça, é mesmo ausência. Mas dêem uma vista de olhos, na quinta/sexta posso surrupiar um computador lá de baixo e postar qualquer coisita...

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Mais para lá do que para cá


E pronto, eis-me de volta, gostaria de dizer que totalmente recuperada, mas infelizmente, nem por isso. Mas o trabalho como independente a isso obriga e faltas a julgamentos só em casos de sangramento pelos olhos e coisas de igual e superior gravidade.
O maldito H3 apanhou-me e continua a dar-me cabo do canastro. O facto de ter febre pode fazer-me dizer ainda mais parvoíces do que é habitual, além do irritante sabor metálico que me deixa na boca. Tudo o que como, sabe a torneira, que não é petisco da minha preferência, logo, esperemos que pelo menos abata um quilinho ou dois. Era pelo menos uma coisa boa que resultava desta maldita gripe.
Apesar da doença, dois eventos culturais de relevo a registar, que espero relatar em posts entre hoje e amanhã. Se esta maldita dor de cabeça me largar, claro e a pilha de papéis decrescer para um tamanho aceitável até horas decentes.

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Ausente por motivo de doença...

... se sobreviver ao fim-de-semana, espera-se um regresso à normalidade o mais tardar na segunda-feira.

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Estupores dos tremeliques


Este é o chamado post dois em um. Serve para falar de um livro e de um problema/característica/whatever.
Os estupores dos tremeliques são uma chatice. Sempre tremi um bocado das mãos e sempre assumi que não tenho nenhuma daquelas doenças com nome alemão (sinal certo que são más como o caraças). Porque é que tremelicar das mãos é mau? Porque as pessoas assumem que estamos nervosos.
Em tribunal, tenho de me apoiar sempre na mesa por causa disso, ficando na posição rabo empinado porque eu sou muito alta e a mesa geralmente muito baixa. É a chamada pose cão em concurso de beleza.
Ainda bem que não quis ser cirurgiã, ou havia aí muita gente com peças a menos.
Estava agora a lembrar-me de uma anedota sobre tremor nas mãos, mas não é própria para contar em público, pelo que teremos de ficar por aqui.
O livro fica para a parte dois, para fazer render o poisson.

PS- A fotografia da gelatina pareceu-me adequada para ilustrar os tremores. Mas numa nota menos positiva, deu-me fome e agora tenho de ir comer qualquer coisa, até já.