segunda-feira, junho 27, 2011
O que dizer de Edimburgo?
quarta-feira, junho 08, 2011
sexta-feira, março 11, 2011
No Carnaval...
terça-feira, janeiro 04, 2011
Coxa em Londres
quarta-feira, dezembro 29, 2010
Bom ano que eu me vou...

quinta-feira, outubro 14, 2010
O que há para dizer sobre Budapeste...
É uma cidade fantástica, cheia de locais bonitos a visitar.
Parecem-vos motivos que cheguem? É que se for preciso mais, também arranjo.
terça-feira, outubro 12, 2010
Noites de Budapeste
segunda-feira, agosto 10, 2009
Está na hora de ir embora!

in The Last Continent de Terry Pratchett
Ora, está na hora de ir em busca de um dromedário para beijar, acção que, sem dúvida, terá uma extensa reportagem fotográfica a ver aqui mais para o fim do mês e, talvez, alguma cicatriz de recordação, caso o bicho leve a mal ser beijado. Quiçá se, na sequência do ósculo, a alimária não se transforma num sheik do deserto e a vossa escriba já não volta a Portugal, passando a ser dondoca e levando uma vida de ostentação e decadência, kasbah style ;)
Em referência à citação, esta vossa escriba vai levar para ler um policial francês, sem foices nem martelos, mas logo dirá se eles deram as caras, depois de exposto o livro ao sol tunisino.
segunda-feira, agosto 03, 2009
Comida não polaca que se come em Cracóvia
Não comemos só comida não polaca em Cracóvia, também estivemos no mexicano em Varsóvia, mas para não estragar o figurino, essas fotos foram censuradas.
Por fim, num restaurante de especialidades austríacas, comi Schnitzel com batata assada em papelote. As batatas eram muito boas, o Schnitzel não era, de longe, o melhor que comi.
segunda-feira, julho 27, 2009
É já daqui a 15 dias

Se soubesse há mais tempo que a capa era assim, já tinha ido à Tunísia arranjar um camelo para beijar há muito tempo. (Não resisti e roubei mesmo a contagem decrescente à velvetsatine, que vêem na lateral...)
quinta-feira, julho 09, 2009
Graffiti Polski
quarta-feira, julho 01, 2009
Análise comparativa de cemitérios judeus
Eis o post com potencialidades para arrepiar alguns visitantes. Mas tem interesse histórico, por isso, vamos a isso.
Cracóvia também tinha, antes da Segunda Guerra Mundial, uma florescente comunidade judaica. Aqui temos mais vestígios ainda activos. Kazimierz, o bairro judeu, tem inúmeros restaurantes em funcionamento, bem como o maior número de sinagogas por metro quadrado.
terça-feira, junho 30, 2009
Generalidades sobre a Polska
Tinham-me dito que havia de penar para me fazer entender, mas a informação era antiga. Os moços já se desenrascam em inglês e quando não falam bem a língua, estão dispostos a perceber as visitas. A entrada na UE faz muito pelo conhecimento de línguas estrangeiras...
Também me disseram que os moços não tinham sentido de humor e eram muito cinzentos. Ora estes dois itens eram muito mais difíceis de mudar em seis anos, contudo, não concordo com a informação original.
Com algumas honrosas excepções (Museu da Insurreição), os museus ainda não estão preparados para turistas que não falem Polaco.
Os moços são mesmo muito Católicos e ainda têm uma paixão assolapada pelo Karol Wojtila.
Vêem-se mais mais freiras na rua do que em Roma...
A memória de misérias passadas está muito bem preservada, mas as cidades estão pejadas de Alemães, o que me leva a crer que os moços ultrapassaram bem a questão.
segunda-feira, junho 29, 2009
Tour de Krakov
Post incluído na categoria geral (porque mostra a praça principal) e na categoria insólita (porque não costumamos apanhar o tour do país), para mostrar Cracóvia.
Ao contrário de Varsóvia, esta cidade não foi destruída na Segunda Guerra Mundial e tem a maior praça medieval preservada da Europa.
Aqui têm uma vista do Cloth Hall, que abriga o museu nacional, agora fechado para obras. Era aqui uma galeria de venda de tecidos em tempos idos, agora está ocupada com stands de venda de souvenires. Local onde adquiri um bicho peçonhento, símbolo da cidade, para a minha afilhada. Mas isso é matéria para outro post.
Outra vista do Cloth Hall, desta feita, de outra perspectiva, a incluir a Câmara Municipal, cuja torre não subimos.
Sem bicicletas e passagens proibidas aos peões, é mais simpático de visitar, como podemos aferir nos dias seguintes.
Concluo dizendo que a praça tem muito encanto, muitos restaurantes recomendados no Lonely Planet e também livrarias, onde comprar os clássicos polacos em inglês (em algumas com mais dificuldade do que noutras)…
sexta-feira, junho 26, 2009
Varsóvia, cidade mártir
Muitos países sofreram intensamente com a Segunda Guerra Mundial, mas a Polónia teve uma ocupação particularmente dura. Varsóvia em especial pagou bem cara a ousadia da insurreição contra os nazis e foi completamente destruída.
quinta-feira, junho 25, 2009
Para abrir hostilidades
sexta-feira, maio 15, 2009
Alimárias checas
Esta fotografia devia ter muito mais patos, mas os sacanas piraram-se quase todos antes de eu sacar da máquina e os imortalizar devidamente.
Havia ovelhinhas, a descansar pacatamente.
Seria uma mostra de coisas que é tradicional comer na Páscoa?
Estava eu a pensar que não conseguiria uma terceira foto relacionada com alimárias para postar aqui, quando no fosso do castelo em Cesky Krumlov, me deparo com este primo do Ursinho Misha.
A minha mãe observou que achou o urso muito mal tratado, por a comida estar no chão. Eu achei os morfes bem empilhadinhos e acho que o urso não teria interesse por pratos, gamelas ou guardanapos.
quarta-feira, maio 13, 2009
Cesky Morfi*
Já cá faltavam os comes de Praga. Os de Cesky Krumlov terão direito a post à parte, por pertencerem à categoria medieval.
Algo muito comum nesta zona, apesar de originariamente ser húngaro, é o goulash. Este foi comido no Bairro Judeu, num restaurante à porta da Sinagoga Espanhola.
Trata-se de um guisado com um molho espesso, servido com uma espécie de puré de batata prensado e massa de pão também prensada.
A Mana gostou tanto que tornou a optar por este prato num restaurante do Bairro Pequeno. Como a Mana é uma mulher tradicionalista, que não gosta de coisas novas e tinha de explicar porque gostava disto, começou a chamar-lhe jardineira…
Neste pequeno restaurante do Bairro Pequeno, esta vossa escriba optou por uma coisa que tem raízes alemãs, porco fumado. Não é exactamente o Leberkäse pelo qual me pelo, mas é bastante bom. O acompanhamento era Sauerkraut, outro preferido, e rodelas de batata, puré prensado que vai a fritar.
Já este pratinho foi comido num restaurante na Cidade Velha, mesmo na Praça Central. Recomenda-se este restaurante, pois não só o atendimento é impecável, como o menu é em português.
É um bife de porco, coberto por queijo checo tipo Roquefort.
Confesso que aqui estive para comer as bifanas à Zé de Praga, nem que fosse para poder perguntar quem é o Zé. Mas entretanto, após alguma pesquisa, tenho uma teoria sobre quem o magano seja. Matéria para outro post.
Ao pequeno-almoço, tivemos uma pequena amostra da doçaria checa. Aparentemente, os rapazes gostam que os seus bolos sejam enrolados, será das suas mentes tortuosas?
O da esquerda é de chocolate, o da direita é de coco.
Ainda hei-de fazer um post sobre sítios onde comi pizzas mais saborosas do que em Itália, sendo que o restaurante La Scala em Praga, seria um deles.
Mas aqui, o ponto alto foi mesmo a sobremesa. Não é que finalmente encontrei outro sítio que faz uma Panna Cotta deliciosa e servida com caramelo? É pena ficar um bocado fora de mão para lá ir jantar ao fim-de-semana.
segunda-feira, maio 11, 2009
Arte Urbana em bom
Ora Praga tem um monumento famoso de “grafitagem” que data ainda do tempo da ocupação soviética. Apesar dos esforços das autoridades, este muro do Bairro Pequeno aparecia sempre com graffitis de homenagem a John Lennon e alusões à paz.
O muro está constantemente a mudar, por isso este John Lennon é diferente do que vi em 2001 (e dos que constam das fotos dos meus dois guias).
As pessoas continuam a deixar homenagem e a pintar este ícone. Quem tiver fome, pode levar a maçã que deixaram, uma vez que ao John não lhe faz falta.
Desta feita, também havia um graffiti de John e Yoko, muito bem conseguido, que ainda não foi completamente engalfinhado pelos rabiscos sem jeito da macacada que quer deixar a sua marca, sem ter talento para isso.
Tive de correr com um grupo de babuínos adolescentes italianos quase à patada, pois não quis deixar de vos mostrar a imagem.
Mais uma sugestão ao município: que tal controlar as hordas em só contribuem para destruir os graffitis bonitos?
