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segunda-feira, junho 27, 2011

O que dizer de Edimburgo?




Que é uma cidade encantadora? É, sim, senhor, mas parecemos ficar aquém da potencialidade total do burgo.


É encantadora, obcecada por fantasmas, com um gosto muito gore, cheia de pormenores deliciosos e pejada de nativos simpáticos e bem humorados.


Já conheceram alguém que tenha falado mal da terra? Claro que não. É um burgo cheio de potencialidades e capaz de agradar a todos os gostos.


Pontos negativos há apenas dois, o tempo e o dinheiro que se gasta. Mas vamos a ver, tinha de haver alguma coisa para impedir as hordas de invadiram a terra dos moços.


Será que é desta que a vossa escriba deixa de cometer o pecado mortal da preguiça e faz uma reportagem à séria? Façam todos figas.




PS: A fotografia é da Royal Mile, uma das vias principais de Edimburgo, que liga o Castelo ao Palácio de Holy Rood.

quarta-feira, junho 08, 2011

Vou ali visitar a Nessie e já venho...



Na esperança de conseguir uma foto mais actualizada.

sexta-feira, março 11, 2011

No Carnaval...


"Caramulou-se" e houve direito a disfarce de dondoca.
Segue-se reportagem fotográfica se houver disposição. Tempo, em princípio, haverá.

terça-feira, janeiro 04, 2011

Coxa em Londres


Esta vossa escriba esteve em Londres e tudo o que trouxe foi um pé torcido.
Na realidade, trouxe mais do que isso e o pé torcido já o levava. Cá está a pata torcida no London Eye. A vossa escriba coxeou por toda a cidade, abrandada mas não travada, faltando-lhe apenas uma bengalinha para fazer uma aceitável imitação do Herr Flick.
Estamos a precisar de umas injecções positivas no Karma para ver se os pequenos azares nos largam.
Vamos ver se haverá disposição para publicar aqui umas fotos, vendo que as últimas viagens acabaram por não ser devidamente documentadas por falta de tempo e pachorra.

quarta-feira, dezembro 29, 2010

Bom ano que eu me vou...


Era para colocar aqui uma retrospectiva do ano com imagens das viagens, mas o trabalho não deixou.
Era para pôr aqui uma imagem inédita do meu próximo destino, mas tonta, esqueci-me da pen em casa e têm de levar uma foto já aqui usada.
Este ano está a acabar torto e sem grandes perspectivas do ano novo se endireitar, pelo menos, até ao Verão. Mas, pelo menos, o ano começará numa das minhas cidades preferidas.
Desejo a todos um excelente ano novo, cheio de sucessos, saúde e sorte.

quinta-feira, outubro 14, 2010

O que há para dizer sobre Budapeste...


Que lhe faça justiça e que motive quem ainda não conhece a visitá-la?

É uma cidade fantástica, cheia de locais bonitos a visitar.
É obrigatória para quem ama o Leste Europeu.
Tem muitos pontos de interesse para quem gosta do período histórico Segunda Guerra Mundial e era Comunista.
Tem uma gastronomia interessante e com muita "sustança".
Tem uns nativos muito simpáticos e prestáveis.
É barata para os nossos padrões e permite umas férias em conta.

Parecem-vos motivos que cheguem? É que se for preciso mais, também arranjo.

terça-feira, outubro 12, 2010

Noites de Budapeste


Foram tão boas como na primeira vez. E não será a última vez que as experimento.

segunda-feira, agosto 10, 2009

Está na hora de ir embora!


“It is a simple universal law. People always expect to use a holiday in the sun as an opportunity to read all those books they’ve always meant to read, but an alchemical combination of sun, quartz crystals and coconut oil will somehow metamorphose any improving book into a rather thicker one with a name containing at least one Greek word or letter (The Gamma Imperative, The Delta Season, The Alpha Project and in more extreme cases, even the Mu Kau Pi Caper). Sometimes a hammer and a sickle turn up on the cover. This is probably caused by sunspot activity, since they are invariably the wrong size around.”

in The Last Continent de Terry Pratchett


Ora, está na hora de ir em busca de um dromedário para beijar, acção que, sem dúvida, terá uma extensa reportagem fotográfica a ver aqui mais para o fim do mês e, talvez, alguma cicatriz de recordação, caso o bicho leve a mal ser beijado. Quiçá se, na sequência do ósculo, a alimária não se transforma num sheik do deserto e a vossa escriba já não volta a Portugal, passando a ser dondoca e levando uma vida de ostentação e decadência, kasbah style ;)

Em referência à citação, esta vossa escriba vai levar para ler um policial francês, sem foices nem martelos, mas logo dirá se eles deram as caras, depois de exposto o livro ao sol tunisino.

segunda-feira, agosto 03, 2009

Comida não polaca que se come em Cracóvia



Não comemos só comida não polaca em Cracóvia, também estivemos no mexicano em Varsóvia, mas para não estragar o figurino, essas fotos foram censuradas.
Num restaurante húngaro chamado Balaton, experimentámos o prato nacional dessas paragens, o goulash.
Esta versão era mais guisado do que sopa, o que me leva a crer que será também algo adulterada para a versão verdadeira. Mas tendo em conta que estava muito bom e que prefiro guisado a sopa, compensou.




Tivemos uma estreia, cozinha ucraniana, que, não inesperadamente, é semelhante à russa.
Um restarante simpático num pátio interior de uma ruazinha de Cracóvia, com uma esplanada muito agradável.
Este foi o prato que a Noiva comeu, porco com maçã, acho eu.

Eu comi umas almondegas recheadas alongadas muito saborosas. Não me perguntem o recheio, já me esqueci.
Direi apenas que no leste, o pessoal adora carne picada.

Outra estreia.
Já este foi o prato mais apreciado da categoria estrangeira, Tanto que o comemos duas vezes no restaurante georgiano que o servia.
É uma tarte de queijo com frango. Até eu que sou uma moça de muito alimento, não consegui acabar o prato.
Alguém quer importar para os restaurantes nacionais? Tinham uma cliente garantida.


Por fim, num restaurante de especialidades austríacas, comi Schnitzel com batata assada em papelote. As batatas eram muito boas, o Schnitzel não era, de longe, o melhor que comi.
Fica a prova que só na Áustria fazem este prato de modo a ficar sequinho (e no Pano de Boca em Lisboa, que só ainda não apareceu aqui porque me esqueço sempre da máquina fotográfica quando lá vou).

segunda-feira, julho 27, 2009

É já daqui a 15 dias



Fiel ao mote, "haja dinheiro e oportunidade e viaja-se", daqui a quinze dias, vou pôr o pézinho em África pela primeira vez em 33 anos.

Podia fazer uma adivinha como é hábito, mas com uma capa tão apelativa, não resisti a publicá-la aqui e revelar logo o destino.

Se soubesse há mais tempo que a capa era assim, já tinha ido à Tunísia arranjar um camelo para beijar há muito tempo. (Não resisti e roubei mesmo a contagem decrescente à velvetsatine, que vêem na lateral...)

quinta-feira, julho 09, 2009

Graffiti Polski



Este graffiti está no museu da cidade. Imita um grafitti de propaganda alemã, devidamente vandalizado pela Resistência Polaca.
Verloren - Perdido



Já este grafitti está num muro interior do Museu da Insurreição.
Recordo os mais distraídos que as cores da bandeira polaca são branco e vermelho, o que ajuda na interpretação do boneco, a Polónia rodeada de inimigos.





Este grafitti mais primitivo está à porta da sinagoga de Varsóvia. Indicação que é um item judeu? A Menora do lado direito (o castiçal com múltiplos bracitos).


Mais um grafitti do Museu da Insurreição.
Uwaga - Cuidado, perigo

quarta-feira, julho 01, 2009

Análise comparativa de cemitérios judeus



Eis o post com potencialidades para arrepiar alguns visitantes. Mas tem interesse histórico, por isso, vamos a isso.
Antes da Segunda Guerra Mundial, a Polónia tinha a maior comunidade judaica da Europa. Logo, as principais cidades tinham bairros judeus bastante desenvolvidos, com respectivos edifícios.
A ocupação nazi encarregou-se de fazer eliminar vestígios, mas alguns sobrevivem. É o caso deste cemitério de Varsóvia, que alberga alguns famosos, como o inventor do Esperanto.
Este cemitério ainda está em utilização.






Cracóvia também tinha, antes da Segunda Guerra Mundial, uma florescente comunidade judaica. Aqui temos mais vestígios ainda activos. Kazimierz, o bairro judeu, tem inúmeros restaurantes em funcionamento, bem como o maior número de sinagogas por metro quadrado.
Tem dois cemitérios, dos quais apenas visitámos o que tinha interesse histórico.
Os judeus rezam junto às campas, tal como os Católicos, mas em vez de flores, deixam pedras a simbolizar pensamentos pelo falecido.


E para fins comparativos, aqui fica o cemitério judeu de Praga, o mais antigo dos três.
Continua a ser o meu preferido porque está mais cuidado, exsuda mais história e tem o criador do Golem, ou não fosse eu grande fã da literatura fantástica.

terça-feira, junho 30, 2009

Generalidades sobre a Polska


Tinham-me dito que havia de penar para me fazer entender, mas a informação era antiga. Os moços já se desenrascam em inglês e quando não falam bem a língua, estão dispostos a perceber as visitas. A entrada na UE faz muito pelo conhecimento de línguas estrangeiras...

Também me disseram que os moços não tinham sentido de humor e eram muito cinzentos. Ora estes dois itens eram muito mais difíceis de mudar em seis anos, contudo, não concordo com a informação original.

Com algumas honrosas excepções (Museu da Insurreição), os museus ainda não estão preparados para turistas que não falem Polaco.

Os moços são mesmo muito Católicos e ainda têm uma paixão assolapada pelo Karol Wojtila.

Vêem-se mais mais freiras na rua do que em Roma...

A memória de misérias passadas está muito bem preservada, mas as cidades estão pejadas de Alemães, o que me leva a crer que os moços ultrapassaram bem a questão.

segunda-feira, junho 29, 2009

Tour de Krakov



Post incluído na categoria geral (porque mostra a praça principal) e na categoria insólita (porque não costumamos apanhar o tour do país), para mostrar Cracóvia.
Ao contrário de Varsóvia, esta cidade não foi destruída na Segunda Guerra Mundial e tem a maior praça medieval preservada da Europa.
Aqui têm uma vista do Cloth Hall, que abriga o museu nacional, agora fechado para obras. Era aqui uma galeria de venda de tecidos em tempos idos, agora está ocupada com stands de venda de souvenires. Local onde adquiri um bicho peçonhento, símbolo da cidade, para a minha afilhada. Mas isso é matéria para outro post.




Outra vista do Cloth Hall, desta feita, de outra perspectiva, a incluir a Câmara Municipal, cuja torre não subimos.
Sem bicicletas e passagens proibidas aos peões, é mais simpático de visitar, como podemos aferir nos dias seguintes.
Concluo dizendo que a praça tem muito encanto, muitos restaurantes recomendados no Lonely Planet e também livrarias, onde comprar os clássicos polacos em inglês (em algumas com mais dificuldade do que noutras)…

sexta-feira, junho 26, 2009

Varsóvia, cidade mártir



Muitos países sofreram intensamente com a Segunda Guerra Mundial, mas a Polónia teve uma ocupação particularmente dura. Varsóvia em especial pagou bem cara a ousadia da insurreição contra os nazis e foi completamente destruída.
Mas vejam só, a reconstrução não só está concluída, como foi feita com imenso bom senso.
A primeira foto é da Praça da Cidade Velha, a torre rosa que se vê é do Palácio Real, que foi explodido pelos nazis em 1944.



Já esta foto é da Praça do Mercado Novo, vendo-se à esquerda a Sereia, que é o símbolo da cidade. Aqui as estátuas estão todas de espada na mão, porque com vizinhos destes, toda a cautela é pouca...
Diferença de idade entre praças? Nenhuma. Ambas foram reconstruídas a partir de pinturas e desenhos a partir dos anos 50 de modo a ficarem exactamente como eram antes da guerra.


Mas como manda a praxe, ficaram algumas provas da destruição da guerra, para que a memória perdure, como é o caso deste edifício perto da Avenida da Solidariedade. É também um monumento à Resistência Polaca, à semelhança de muitos outros que se encontram um pouco por toda a cidade.
Poucas vezes vi uma cidade prestar tão grande homenagem aos tempos difíceis que passou. Mas mais provas do empenhamento dos Polacos na preservação da memória ficam para outros posts.

quinta-feira, junho 25, 2009

Para abrir hostilidades



Ora o Zé dos Bigodes perguntou ao Polacos o que eles queriam que a mãe Rússia lhes oferecesse. Eles disseram que queriam o Metro, mas em vez disso, o Zé deu-lhes isto.

O Palácio da Cultura e da Ciência é chamado carinhosamente pelos nativos de elefante com roupa interior rendada. Diz-se que tem a melhor vista de Varsóvia, pois é a única que não o inclui.

Achei má vontade dos moços. Lá porque é um enorme mamarracho, não quer dizer que não tenha o seu encanto...

sexta-feira, maio 15, 2009

Alimárias checas

O meu coração pertence aos patos desde a famosa recomendação da minha mãe para a viagem a Munique.
Esta fotografia devia ter muito mais patos, mas os sacanas piraram-se quase todos antes de eu sacar da máquina e os imortalizar devidamente.


A feira de Páscoa da Praça da Cidade Velha tinha uma mini-quintinha de animais para entreter as crianças. Não, não havia porcos, nem dos que espirram, nem dos que estão de boa saúde.
Havia ovelhinhas, a descansar pacatamente.
Seria uma mostra de coisas que é tradicional comer na Páscoa?




Estava eu a pensar que não conseguiria uma terceira foto relacionada com alimárias para postar aqui, quando no fosso do castelo em Cesky Krumlov, me deparo com este primo do Ursinho Misha.
A minha mãe observou que achou o urso muito mal tratado, por a comida estar no chão. Eu achei os morfes bem empilhadinhos e acho que o urso não teria interesse por pratos, gamelas ou guardanapos.

quarta-feira, maio 13, 2009

Cesky Morfi*



Já cá faltavam os comes de Praga. Os de Cesky Krumlov terão direito a post à parte, por pertencerem à categoria medieval.
Algo muito comum nesta zona, apesar de originariamente ser húngaro, é o goulash. Este foi comido no Bairro Judeu, num restaurante à porta da Sinagoga Espanhola.
Trata-se de um guisado com um molho espesso, servido com uma espécie de puré de batata prensado e massa de pão também prensada.
A Mana gostou tanto que tornou a optar por este prato num restaurante do Bairro Pequeno. Como a Mana é uma mulher tradicionalista, que não gosta de coisas novas e tinha de explicar porque gostava disto, começou a chamar-lhe jardineira…





Neste pequeno restaurante do Bairro Pequeno, esta vossa escriba optou por uma coisa que tem raízes alemãs, porco fumado. Não é exactamente o Leberkäse pelo qual me pelo, mas é bastante bom. O acompanhamento era Sauerkraut, outro preferido, e rodelas de batata, puré prensado que vai a fritar.


Já este pratinho foi comido num restaurante na Cidade Velha, mesmo na Praça Central. Recomenda-se este restaurante, pois não só o atendimento é impecável, como o menu é em português.
É um bife de porco, coberto por queijo checo tipo Roquefort.
Confesso que aqui estive para comer as bifanas à Zé de Praga, nem que fosse para poder perguntar quem é o Zé. Mas entretanto, após alguma pesquisa, tenho uma teoria sobre quem o magano seja. Matéria para outro post.





Ao pequeno-almoço, tivemos uma pequena amostra da doçaria checa. Aparentemente, os rapazes gostam que os seus bolos sejam enrolados, será das suas mentes tortuosas?
O da esquerda é de chocolate, o da direita é de coco.



Ainda hei-de fazer um post sobre sítios onde comi pizzas mais saborosas do que em Itália, sendo que o restaurante La Scala em Praga, seria um deles.
Mas aqui, o ponto alto foi mesmo a sobremesa. Não é que finalmente encontrei outro sítio que faz uma Panna Cotta deliciosa e servida com caramelo? É pena ficar um bocado fora de mão para lá ir jantar ao fim-de-semana.


*Se não é assim que se diz morfes checos em checo, devia ser....

segunda-feira, maio 11, 2009

Arte Urbana em bom



Ora Praga tem um monumento famoso de “grafitagem” que data ainda do tempo da ocupação soviética. Apesar dos esforços das autoridades, este muro do Bairro Pequeno aparecia sempre com graffitis de homenagem a John Lennon e alusões à paz.
O muro está constantemente a mudar, por isso este John Lennon é diferente do que vi em 2001 (e dos que constam das fotos dos meus dois guias).
As pessoas continuam a deixar homenagem e a pintar este ícone. Quem tiver fome, pode levar a maçã que deixaram, uma vez que ao John não lhe faz falta.






Desta feita, também havia um graffiti de John e Yoko, muito bem conseguido, que ainda não foi completamente engalfinhado pelos rabiscos sem jeito da macacada que quer deixar a sua marca, sem ter talento para isso.


Mas o meu preferido é mesmo este último, que já aparece também imortalizado pelos fotógrafos profissionais que mostram o seu trabalho na Ponte Carlos.
Tive de correr com um grupo de babuínos adolescentes italianos quase à patada, pois não quis deixar de vos mostrar a imagem.
Mais uma sugestão ao município: que tal controlar as hordas em só contribuem para destruir os graffitis bonitos?

sexta-feira, maio 08, 2009

Temei, mortais



E que cidade é esta que a escriba também visitou na sua recente deslocação à República Checa.
Uma das visitantes está proibida de responder e só pode dar mais dicas (Sim, tu).