Esta etapa não tem apontamento gastronómico, mas a escolha é infindável no Chiado. E à porta do museu, existe uma casa de chá, com excelentes scones.
Ora o Museu Arqueológico tem uma vasta zona ao ar livre, por isso, evitem visitá-lo quando chove, ao contrário do que eu fiz.
Ora aqui está o meu pézito para provar que estive, de facto, no local. A minha mãe recusou-se a imortalizar o seu pézito, diz que aqui no blog só mostra as mãos.
Do lado de fora, têm sobretudo lápides, das mais variadas origens. Esta é a lápide de um rabi e está escrita em hebraico.
Verão muitas gárgulas, um poço e uma pia baptismal. Os itens estão todos devidamente identificados.
A parte interior é a mais pequena. A maior curiosidade será o túmulo originário do Condestável, o responsável pela construção do edifício.
Existem outros túmulos, uma secção dedicada à influência árabe e uma sala com três múmias, duas peruanas e uma egípcia. É uma colecção pequena, mas não nos podemos queixar da falta de variedade.
Havia uma lápide que andei especificamente à procura (sim, eu leio atentamente os papelinhos que dão nos museus). Alguém deu o nome de Maria Leitoa a uma pobre alminha de tempos passados. Fica a minha solidariedade pela pobre senhora.
O museu tem uma excelente vista sobre Lisboa, sobretudo da área da loja. É pequeno e visita-se sem cansaço. A colecção é muito variada. O preço da entrada é acessível. Tem múmias.
Será preciso mais argumentos para ir visitá-lo?

