
terça-feira, maio 11, 2010
S. Pedro, sê bonzinho

terça-feira, dezembro 29, 2009
Deve estar algum burro para morrer...

"O jornal L'Osservatore Romano, do Vaticano, elogiou na edição de terça-feira o desenho Os Simpsons, que acaba de completar 20 anos na TV, por seus questionamentos filosóficos e sua visão irreverente da religião. Intitulado "As Virtudes de Aristóteles e o Donut de Homer", o artigo diz que a animação, baseada em "textos inteligentes e realistas", abriu espaço para desenhos dirigidos ao público adulto.
Segundo o jornal, seria possível criar uma "teologia simpsoniana" a partir da frequência com que a religião aparece no desenho, como "um espelho da indiferença e das necessidades que o homem moderno sente em relação à fé"."
PS: Como ilustração, temos a família Simpson Angolana, criada aquando da chegada da série a este país Africano.
sexta-feira, outubro 09, 2009
O quê?!!!

Isto apenas confirma a minha opinião de que o Nobel se tornou um prémio de popularidade e não de mérito.
Estes Suecos devem estar loucos!
sexta-feira, setembro 25, 2009
quinta-feira, setembro 24, 2009
Uma questão polémica

Não é a primeira, nem será a última vez que se discutirá esta questão no desporto.
Apesar de muitas opiniões em contrário, nunca achei que a Sul-africana Caster fosse tão masculina como tantos a acusam, comparada com tantas outras atletas. Sempre achei que a moça precisava era de se aperaltar mais como gaja (algo que muitas atletas precisavam). Aqui fica uma foto da senhora artilhada. Nesta foto, haverá dúvidas que é uma mulher?
Parece afinal que a senhora tem testículos ocultos e corre o risco de não lhe permitirem mais competir com as senhoras, mas não ficar sem a medalha que ganhou no último campeonato.
É uma questão complicada, uma vez que isto da sexualidade nem sempre é uma questão linear.
Se ela tem uma vantagem injusta, acho que não a devem deixar correr com as mulheres. Mas haverá uma solução justa para esta jovem, que podia muito bem não conhecer a sua natureza hermafrodita, ou pelo menos, que havia um pendor masculino acentuado?
terça-feira, setembro 01, 2009
Um triste aniversário
quinta-feira, agosto 13, 2009
Recordar Katyn
in “Gulag – A History” de Anne Appelbaum
terça-feira, agosto 11, 2009
Monumento aos Caídos no Leste
This is why we had outlawed the question ‘What was he arrested for?’
‘What for?’ Akhamatova would cry indignantly whenever, infected by the prevailing climate, anyone in our circle asked this question.
‘What do you mean what for? It’s time you understood that people are arrested for nothing!’
- Nadezhda Mandelstahm, Hope against Hope
But it was not even necessary to be extraordinary. Lyudmila Khachatryan was arrested for marrying a foreigner, a Yugoslav soldier. Lev Razgon recounted the story of a peasant, Seryogin, who, on being told that someone had killed Kirov, replied ‘I’m damned if I care.’ Seryogin had never heard of Kirov, and assumed he was someone who had died in a fight with the neighbouring village. For that mistake, he received a ten year sentence. By 1939, telling a joke, or hearing one, about Stalin; being late for work; having the misfortune to be named by a terrified friend or a jealous neighbour as a ‘co-conspirator’ in a non-existing plot; owning four cows in a village where most people only own one; stealing a pair of shoes; being a cousin of Stalin’s wife; stealing a pen and some paper from one’s office in order to give them to a schoolchild who had none; all of these could, under the right circumstances, lead to a sentence in a soviet concentration camp.”
in “Gulag – A History” de Anne Appelbaum
Nota da escriba: As fotos são do Monumento aos Caídos no Leste, que está situado em Varsóvia, Polónia.
Os nomes que constam dos carris são de gulags, campos de concentração soviéticos, local onde se pensa que tenham morrido mais pessoas que nos KZ nazis.
segunda-feira, julho 13, 2009
A voz do povo
Eram para estar aqui as fotos desta vossa escriba e das suas companheiras de viagem, mais respectivos cartazes, a expressar a sua desilusão pela não realização do concerto dos Depeche Mode no Porto. Como se aguarda a aprovação das fotos pelas companheiras de viagem, não pode ser já.
Poderemos achar a linguagem um pouco forte, mas podem apresentar como desculpa que a desilusão foi grande.
quarta-feira, novembro 05, 2008
Mr. President
segunda-feira, novembro 03, 2008
Obama ou McCain?
terça-feira, julho 22, 2008
Finalmente!

PS- Foto de arquivo morto de propaganda política do Museu Mimara de Zagreb.
sexta-feira, novembro 30, 2007
Bum! Bum!
Boom, boom, boom, boom
System of a Down – Boom!
Em 15 de Fevereiro de 2003, 10 milhões de pessoas marcharam pela paz em mais de 600 cidades pelo mundo todo. Passados quase cinco anos, o que mudou?
Nota adicional da escriba: System of a Down, banda americana de origem arménia, altamente politizada e alinhada à esquerda. Não gosto de exageros nem excessos, mas adoro o som e os rapazes até têm alguma razão em muitos pontos que focam.
Esta canção foi gravada após as manifestações e o vídeo tem imagens captadas nessa ocasião.
segunda-feira, julho 09, 2007
Há modas que não lembram ao careca
Valha-me Deus, do que mais vão estas pessoas lembrar-se?
quinta-feira, junho 28, 2007
E o nosso Portugal, também vai por este caminho?
"Ma France à moi, c'est pas la leur, celle qui vote extrême,
Mais um exemplo de rap que eu aprecio. Esta senhora tem outra canção a que acho muita piada, "Jeune Demoiselle", bastante mais descontraída e alegre. Mas tendo em conta os recentes acontecimentos em França, fazia mais sentido postar esta. Além disso, o vídeo está muito bem conseguido e capturou perfeitamente a ideia de intolerância.
*Tradução algo livre da minha autoria:
Aquela que bane os jovens, anti-rap na rádio,
Aquela que se acha no Texas, aquela que tem medo dos nossos grupos,
Aquela que venera Sarko (Sarkozy), intolerante e embaraçoso.
Aquela que olha para Julie Lescaut e lamenta o tempo dos “Choristes”,
Que deixa morrer os pobres e mete os próprios pais num hospício,
Não, a minha França não é a deles, que festeja o Beaujolais,
E que finge estar f*dida pela chegada dos imigrantes,
Aquela que fede a racismo mas que finge estar aberta,
Aquela França hipócrita que está talvez debaixo da minha janela,
Aquela que pensa que a polícia sempre fez bem o seu trabalho
segunda-feira, junho 11, 2007
Como certas nações são vistas parte 2
Alemanha:
“After the unspeakable
after you have fallen as only angels can fall,
go and find your peace again,
go back home and plant your tree.
No Victory, no defeat, no shame
and Fatherland no more,
only Unity, Justice and Freedom for all”
in “Volk” de Laibach
Os Laibach não foram mauzinhos com todas as nações, como podemos exemplificar com a canção da Alemanha. Cheira-me que, após isto, os rapazes tornaram a ter novamente fama de nazis. Sim, não é admissível falar bem ou admirar a Alemanha.
Este país, tantos anos após a Segunda Guerra Mundial, continua a ter uma imagem terrível perante as outras nações e pertence àqueles casos de racismo facilmente admitido em todos os quadrantes. Sim, sobretudo no campo bola, ouve-se imensas vezes chamar nazis ou boches aos alemães, sem que se levante qualquer polémica.
Não quero, de modo algum, branquear as acções dos nazis na guerra, que foram atrozes, desumanas e injustificáveis. Mas esta imagem que perdura é altamente injusta. A Alemanha de hoje não é nazi e nota-se um esforço dos alemães para preservar a memória desse passado, no intuito de não o deixar cair em esquecimento.
Desculpem-me mas tem de ser dito. Não se pode deixar de admirar a Alemanha por se ter tornado uma potência económica mundial após perder duas guerras mundiais, uma das quais deixou o país completamente em ruínas. É um país que sobreviveu ao seu desmembramento. É a potência europeia líder no campo energias verdes e reciclagem. E a lista podia continuar.
Se isto não é digno de crédito, não sei o que será.
PS: Com o vídeo da Eslovénia, que podem ver supra, conclui-se a apresentação do álbum Volk dos Laibach. Até porque não há mais vídeos.
quarta-feira, maio 30, 2007
Como certas nações são vistas Parte 1
“How blind can you get
for your country – right or wrong,
America – the melting pot
Praise the Lord
and praise the Holy Spirit
to save us from your freedom,
justice, peace, accordance and illusion,
from arrogance and pride,
from violence and confusion”
Inglaterra:
“So, you still believe you are ruling the world,
using all your tricks to keep the picture blurred
So you still believe you are superior,
and all other nations are inferior”
in “Volk” de Laibach
Num texto anterior, falei do CD de uma das minhas bandas preferidas, os eslovenos Laibach. O conceito por trás do referido Álbum seria uma espécie de análise das nações, usando o hino actual ou uma versão mais antiga e fazendo considerações sobre os mesmos.
Esclareço que a opinião acima expressa é dos Laibach e não a minha. Se bem que não podemos negar que corresponde a uma certa visão destes dois países pelo público em geral, o que é particularmente verdade no que toca aos nossos amigos americanos.
Não vou bater nos americanos, porque já há muita gente a fazer isso. Mas parece-me interessante ponderar sobre o que se diz da Inglaterra, sobretudo à luz da actualidade e, muito particularmente, do caso Maddie. Temos assistido a uma campanha particularmente porca dos tablóides britânicos quanto à nossa PJ. Aliás, o pormenor da jornalista britânica que desconfiou do único arguido ter avisado a polícia britânica e não a portuguesa é particularmente elucidativo da nossa imagem junto dos ingleses.
Não será tal um reflexo do modo como os britânicos vêem os portugueses, como inferiores? Será que as críticas seriam tão acérrimas que a criança fosse sueca ou tivesse desaparecido na Alemanha?
Talvez as observações dos senhores eslovenos não sejam assim tão descabidas, é o que digo. Talvez exista de facto um sentimento de superioridade na relação da Inglaterra com outras nações, particularmente forte quando falamos de determinadas nações como a nossa.
O que é importante é admitir que isto é uma generalização. Como todas as generalizações, tem falhas mas também tem um fundo de verdade.
