sexta-feira, julho 16, 2010

Morfes na América - duelo de hambúrgueres

De que é que nos lembramos quando pensamos em comida Americana? Hambúrgueres, obviamente.

E numa deslocação a Nova Iorque, não podia faltar uma trinca nesta especialidade. Fintámos o óbvio MacDonalds, mas admitimos que ainda considerámos ir ao Wendy's. Mas com tanta variedade e escolha, pareceu-nos um desperdício.

Acabámos por comer um hamburguer com queijo tradicional na Lexington Candy Shop, o meu com queijo Cheddar, o da Noiva com Mozzarella. Era acompanhado de batatas fritas industriais e regado a Coca-Cola, como manda também a tradição. Dentro do género, era bom.



O guia da Time Out (do qual fiquei fã) recomendava vivamente este restaurante e este prato. O restaurante é o Spotted Pig, em Greenwich Village, local bem pitoresco, onde é consultor o super Chef, Mario Batali. O prato é hamburguer grelhado com molho de queijo Roquefort, acompanhado de batatas fritas "shoestring" com rosmaninho. Regado no meu caso a Coca-Cola e no caso da Noiva, a Guiness.

É provavelmente o melhor hamburguer que já comi e as batatas são a coisa mais deliciosa. Deixem-me dizer-vos que o aparelho de dentes estava a fazer-me a vida negra neste dia e mesmo assim, o prato ficou limpo.

Se forem a Nova Iorque, não deixem de ir ao porco malhado. Para a qualidade, não é muito caro e vão ficar satisfeitos.

quinta-feira, julho 15, 2010

A minha nova obsessão


Mais vampiragem para animar a malta.
Desta feita, a colecção de livros que deu origem à série de televisão "Sangue Fresco". O da fotografia é o primeiro, que esta vossa escriba já papou em duas penadas. Já estão na minha mesinha de cabeceira o dois e o três, que serão brevemente seguidos pelo resto da colecção.
Escusado será dizer que a ânsia é chegar ao terceiro, que equivale à terceira série, ainda inédita em Portugal pelas vias normais.
Diferenças entre primeiro livro e primeira temporada? A óbvia é a ausência da Tara e da mãe, personagens muito relevantes. Queremos saber se foram criadas para a série televisiva ou se darão um ar da sua graça no segundo livro. Outras diferenças existem, mas que não tornam o livro inferior à série, da qual a vossa escriba já era grande fã.
Altamente recomendado aos amantes da vampiragem.

quarta-feira, julho 14, 2010

Capas de Discos - XVIII


Capa mais gay não há.
Será que o Egas e o Becas mereciam?

terça-feira, julho 13, 2010

A visita Albicastrense - os dinossáurios



Como amante de dinossáurios, logo que soube que havia uma exposição em Castelo Branco, demonstrei interesse em ir.
A parceria com a CP, a publicidade à maior exposição itinerante e a vontade de dar um passeio convenceram-me definitivamente.
Porém, a exposição não é lá muito grande, nem muito actualizada (mostram um documentário de quando eu tinha cinco anos), nem muito variada. O bilhete custa 6€ e parece-me exagerado para a exposição que é.
Tem bonecos como este.






Também tem bonecos mais ternurentos como este.
A vantagem dos bonecos é mesmo a possibilidade de tirar fotos goofy, o que fizemos muito. Facto apenas possibilitado pela ausência de outros visitantes. No sábado em questão, ninguém quis nada com os dinossáurios.




Também tínhamos vários esqueletos completos, que para mim, serão o ponto alto da exposição.
Algumas peças vêm do museu da Lourinhã, mas poucas. Os amantes de dinossáurios darão o tempo por melhor empregue deslocando à meca lusa do dinos e não aqui.



Alguns crânios também marcaram presença e deram origem a uma foto muito gira, mas que não podemos mostrar aqui, pois vê-se a cara da companheira de viagem.
O merchandising não conseguiu tentar nenhuma das viajantes.
Não dou a deslocação por mal empregue porque, em conjunto, foi divertido e a cidade de Castelo Branco não foi uma desilusão, pelo contrário. Para quem está perto, acho que é bom ir lá cumprimentar os bichos.
Agora, recomendar uma deslocação propositada apenas para ver os dinos, não me parece. Pensem bem antes de se deslocarem tantos quilómetros, não sei se vale a pena.

segunda-feira, julho 12, 2010

Projecto Cultural #4 - Museu Gulbenkian


Ora, a etapa do projecto cultural de Junho foi o museu Calouste Gulbenkian.
Não há como falhar a entrada, basta procurar o mini-lago dos patos e o monte de entulho.
A colecção é bastante variada.



Temos um relevo assírio, do qual eu não me recordava de visitas anteriores.
Não falta obviamente uma secção Egípcia, greco-romana, muçulmana e chinesa/japonesa.




A colecção não é constituída apenas de peças de outros continentes.
Museu que se preze, tem de ter uma Vénus ou Diana desnuda. E cá esta ela, acompanhada do meu pé desnudo.


A encerrar a visita, a colecção de pintura europeia. Tenho uma vaga ideia que este é um Renoir, sendo apenas um dos grandes mestres aqui presentes.
É uma colecção compacta e variada. Situa-se num dos espaços verdes mais bonitos da capital. Está perto no Pano de Boca para uma boa refeição. E é grátis aos domingos até às 14h.
É uma excelente opção cultural para o fim-de-semana.

sexta-feira, julho 09, 2010

A visita Albicastrense - morfes



Ora, a vossa escriba planeou a visita Albicastrense com cuidado, analisando os roteiros a fazer e restaurantes onde almoçar. O Lonely Planet Portugal recomendava, entre outros, o Kalifa e o Praça Velha. Mas a escriba encontrou no Lifecooler referência a um restaurante com uma ementa deveras interessante e em conta, o Ferreiro, e foi esse o escolhido. Situa-se no centro histórico, na Rua d'Ega e tinha umas excelentes instalações.
Além do couvert com pão delicioso, veio esta entrada de queijo fresco para a mesa, que era deliciosa.





A escriba ia fisgada para optar por um prato da região chamado Maranhos, que aprecia bastante. O pai da escriba é desta zona e, por isso, já conhecia alguma gastronomia. Porém, no intuito de deixar espaço para a sobremesa, optei por polvo à lagareiro. Além dos legumes que vêem na foto, fazia-se acompanhar de pão frito com azeite, que era uma delícia.






A Papoila optou por lombo de porco frito com ananás e gambas, que tinha este aspecto divino.
Não provei, mas diz-se que estava também muito bom. A combinação de sabores parece ter muitas potencialidades.


E para sobremesa, um dos preferidos típicos da região, farófias. Cresce-me água na boca só de olhar para ele.
A ementa tinha muita escolha, não só nas sobremesas, havendo pratos para todos os gostos, entre regionais e cozinha internacional.
Se alguma vez estiverem necessitados de se alimentar na região, este restaurante é uma boa opção.



quinta-feira, julho 08, 2010

No Cinema - Louise-Michel


No cartaz português, aparece a menção "Já lhe apeteceu matar o patrão?". Tenho a certeza que é pensamento que já passou por todas essas cabeças por aí.
Um grupo de operárias fabris fica sem emprego após encerramento repentino da fábrica. Decidem juntar as suas minúsculas indemnizações para contratar um assassino e matar o patrão. A coisa acaba por ser mais difícil do que se pensava à primeira vista.
A premissa é interessante e o trailer levava a crer que esta era uma comédia normal. Não é, é o filme mais esgrouviado e estapafúrdio que vi nos últimos tempos. Quando se pensa que a história não pode ficar mais louca, surpresa, descemos ainda mais na espiral da loucura.
Não vai agradar a toda a gente, tem partes um pouco sádicas e inspira mais sorrisos que gargalhadas. Mas é uma bela sátira ao mundo empresarial dos tempos que correm.

quarta-feira, julho 07, 2010

A visita Albicastrense - a cidade


Ora Castelo Branco é uma cidade pequena e mimosa, que teve a minha visita a propósito da exposição dee dinossauros, se que falaremos em outras vésperas.
Como o nome indica, tem um castelo, do qual sobrevive uma torre e uma pequena parte da muralha.



O castelo e miradouro de S. Gens têm uma vista panorâmica da cidade e arredores. Aqui vê-se a Sé Catedral, recentemente restaurada com capitais comunitários.


A parte mais interessante é o centro histórico, cheio de edifícios em pedra, com muita personalidade. Esta é a antiga Câmara Municipal, agora Cruz Vermelha, que se situa na antiga Praça Velha, agora Praça Luís de Camões.


Outros motivos para visitar a cidade seriam o Jardim do Paço, o Museu Cargaleiro e o Museu Canteiro. Não deu para ver tudo porque tínhamos destino traçado longe do centro.
No centro, encontrámos ainda o edíficio de que faz parte este porta. Não estava marcado por fora, por isso não sei o que era (alguém pode ajudar?). Tinha uns belos azulejos na parte de dentro, mas não tivemos acesso.

terça-feira, julho 06, 2010

Meu querido bagel


Muita gente me tem perguntado sobre o que mais gostei de comer em Nova Iorque, sabendo que sou uma mulher que gosta de ceder ao pecado da gula.
Pois, é dos bagels que tenho mais saudades. Em Lisboa, existem em poucos sítios e não é fácil encontrá-los com variedade.
Tenho ido ao Starbucks, mas têm sempre o mesmo, sem possibilidades de escolher o recheio. E não têm este, bagel tostado com queijo-creme.
Vai começar a reportagem nova-iorquina, que ando muito preguiçosa...

segunda-feira, julho 05, 2010

Diga 33


A numeração das casas em Castelo Branco é mimosa. Cá fica um exemplo.
O resto da reportagem fotográfica fica para outras vésperas.

sexta-feira, julho 02, 2010

Humor estranho de fim-de-semana


Acabam de me cobrar 80€ para me fotografar o cólon.
A este preço, parece-me justo emoldurar a fotografia e pendurá-la no meu gabinete.

quinta-feira, julho 01, 2010

Arte?


A visita do projecto cultural deste mês que passou foi ao Museu Calouste Gulbenkian. Logo farei aqui a respectiva reportagem fotográfica.
À chegada, deparámos com isto à porta. A minha mãe perguntou muito rapidamente se eles estariam em obras. Eu aventei logo a hipótese de ser uma obra de arte. Parece que eu é que tinha razão.
A "obra" é de um artista dos Camarões e está completamente desprotegida à porta do museu. O que quer dizer que pessoas mal intencionadas podem mudar os calhaus e, quiçá, levar um pneu para casa.
Desculpem, mas aquilo que eu consigo reproduzir não é arte. E olhem que eu sou muito boa a empilhar calhaus.
Acho que os patos da Gulbenkian nunca mais se recompõem depois de terem isto à frente do seu lago umas semanas...